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Trump publica foto com Flávio Bolsonaro no Salão Oval da Casa Branca: “Jovem inteligente que ama muito o seu país”

02/06/2026


                                       Foto: reprodução/Donald Trump via Truth Social

 

O presidente americano Donald Trump publicou nesta terça (2) a foto da visita do senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) à Casa Branca.

“Foi muito bom receber Flávio Bolsonaro no Salão Oval da Casa Branca — Um jovem inteligente que ama muito seu país, o Brasil!”, escreveu Trump.

Dias depois após o encontro entre Flávio e Trump, o governo americano classificou as facções PCC (Primeiro Comando da Capital) e Comando Vermelho (CV) como terroristas globais. Na ocasião da visita, Flávio Bolsonaro disse que esse foi um de seus pedidos durante a conversa entre os dois.

Em uma entrevista à Itatiaia, Flávio também disse pediu ao presidente americano para que não taxasse as empresas brasileiras.

“Eu pedi expressamente ‘não taxem as empresas brasileiras’. Em 2027 vocês vão ter um governo que vai sentar aqui com vocês, vai negociar de igual para igual. O nosso agro alimenta o mundo e não é justo taxar as nossas empresas. Temos que valorizar a nossa tecnologia, o nosso pix, o nosso etanol, que é uma energia limpa. A gente tem que incentivar esse nosso capital que é o etanol. Nós temos tudo para sentar de igual para igual”, destacou o senador e pré-candidato.

 

CNN Brasil

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Trump entrega a Flávio Bolsonaro moeda usada para presentear aliados dos EUA

27/05/2026


 

O pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou foto de presente dado pelo presidente norte-americano Donald Trump logo após reunião no Salão Oval da Casa Branca, em Washington D.C.

Segundo Flávio, durante o encontro, Trump lhe entregou uma “challenge coin”, moeda comemorativa oficial do Selo Presidencial dos EUA, tradicionalmente usada como presente simbólico a aliados e visitantes em agendas diplomáticas.

A peça é um objeto ornamental com o brasão presidencial e integra uma tradição da presidência norte-americana de homenagens em encontros oficiais.

Flávio afirmou que o gesto representa um “símbolo de respeito”. O encontro teria durado cerca de 1h30 e abordou temas como segurança pública, facções criminosas no Brasil, terras raras e política internacional.

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101 FM

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Trump divulga agenda oficial sem encontro com Flávio Bolsonaro

26/05/2026


                                                                      Screenshot

Foto: Reprodução

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, divulgou na manhã desta terça-feira (26) sua agenda oficial para o dia, que não inclui uma reunião com o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo apurou a CNN, o senador embarcou para Washington no último domingo (24), à espera de um encontro com Trump no dia de hoje.

Um dos objetivos do encontro é tentar recuperar o fôlego na corrida presidencial após a crise desencadeada pela revelação dos contatos com o empresário Daniel Vorcaro, ex-dono do já liquidado Banco Master. No entanto, agenda de Trump inclui apenas uma visita ao Centro Médico Militar Walter Reed e reuniões políticas reservadas no Salão Oval.

Segundo apuração da CNN Brasil, aliados do entorno de Flávio disseram haver a possibilidade de o encontro dele na Casa Branca ser com o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, e não com o presidente Trump.

O motivo seria a dificuldade de agenda de Trump, que na segunda-feira ordenou ataques contra instalações de lançamento de mísseis e embarcações iranianas no Estreito de Ormuz em meio ao cessar-fogo entre os dois países e às negociações em andamento para o fim da guerra.

No encontro com líderes de governo dos EUA, a expectativa dos aliados é que Flávio trate de temas de interesse do presidente americano que também possam gerar dividendos eleitorais para o pré-candidato do PL ao Palácio do Planalto.

O principal deles é o combate ao crime organizado, com a equiparação de facções brasileiras a organizações terroristas, como defende o governo americano.

 

CNN

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Tiros são disparados na região da Casa Branca e polícia é acionada

24/05/2026


 

Forças de segurança estão respondendo a disparos de arma de fogo efetuados nas proximidades dos terrenos da Casa Branca, informou o diretor do FBI, Kash Patel, neste sábado (23). Ao menos duas pessoas ficaram feridas, incluindo um suspeito, segundo informações da rede norte-americana CBS News.

Jornalistas que trabalhavam no local neste sábado relataram ter ouvido uma sequência de tiros (estima-se de 15 a 30, segundo a CBS) e foram instruídos a buscar abrigo na sala de coletivas (press briefing room), onde agentes do Serviço Secreto dos EUA impediram a saída de qualquer pessoa.

Na rede social X, o Serviço Secreto afirmou estar "ciente de relatos de tiros disparados perto da Rua 17 com a Avenida Pennsylvania NW" - a um quarteirão da Casa Branca - e que está "trabalhando para confirmar as informações com as equipes em campo".

Selina Wang, repórter da ABC News que cobre o cotidiano político de Washington, estava no local e postou um vídeo do momento em que ouviu os tiros (assista abaixo).

"Eu estava no meio de uma gravação de um vídeo no gramado norte da Casa Branca quando ouvimos os tiros. Soaram como dezenas de disparos de arma. Nos disseram para correr para a sala de imprensa", escreveu Wang.

Em publicação nas redes sociais, o diretor do FBI, Kash Patel, confirmou que agentes respondiam aos disparos e disse que irá "atualizar o público assim que possível".

O presidente Donald Trump estava dentro da Casa Branca no momento do incidente. O Departamento de Polícia Metropolitana não respondeu imediatamente aos pedidos de informação. (COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS)

 

Estadão Conteúdo

 

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Regime de Nicolás Maduro executou mais de 10 mil pessoas na Venezuela, diz relatório

18/05/2026


                                                             Foto: Reprodução

 

O regime de Nicolás Maduro foi apontado como responsável por mais de 10 mil mortes na Venezuela ao longo da última década, de acordo com o relatório oficial do Programa Venezuelano de Educação-Ação em Direitos Humanos (Provea), uma ONG que atua na defesa dos direitos civis na Venezuela, segundo o Portal Paulo Mathias.

A divulgação dos dados acontece meses após a captura de Maduro em uma operação militar das forças especiais dos Estados Unidos em Caracas, autorizada pelo presidente Donald Trump.

O ex-ditador e sua esposa, Cilia Flores, respondem a graves acusações criminais e de narcoterrorismo em Nova York.

Foram documentadas 10.853 vítimas de execuções extrajudiciais no período. O levantamento revela uma tática sistemática do Estado venezuelano: policiais e militares concentraram as ações letais em bairros populares, com jovens entre 18 e 30 anos como os principais alvos da repressão.

O relatório aponta ainda uma perseguição severa contra lideranças sociais e defensores de direitos humanos, com um aumento de 196% em violações de integridade comparado a períodos anteriores.

Os dados englobam tanto as execuções policiais cotidianas quanto os assassinatos registrados durante a violenta repressão estatal aos protestos em massa de 2014 e 2017.

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EUA e Irã encerram negociações sem acordo após 21 horas de reuniões

12/04/2026


 

As negociações entre Estados Unidos e Irã terminaram sem acordo após mais de 21 horas de conversas realizadas em Islamabad. As delegações deixaram o país neste domingo 12, mantendo o impasse sobre pontos centrais, como o programa nuclear iraniano.

O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, afirmou que os negociadores iranianos recusaram os termos apresentados por Washington, classificados por ele como “bastante flexíveis”.

“Já estamos nisso há 21 horas e tivemos várias discussões substanciais com os iranianos. Essa é a boa notícia. A má notícia é que não conseguimos avançar”, disse Vance em coletiva realizada em Islamabad.

Segundo ele, o principal ponto de discordância foi a recusa de Teerã em assumir compromisso de abandonar o desenvolvimento de armas nucleares.

“Precisamos ver um compromisso afirmativo de que eles não buscarão uma arma nuclear”, afirmou.

“Partimos daqui com uma proposta muito simples, nossa oferta final e melhor”, concluiu Vance.

Do lado iraniano, a avaliação é diferente. A agência Tasnim atribuiu o resultado das negociações às exigências dos Estados Unidos, classificadas como “excessivas”.

“As negociações terminaram e, devido ao excesso de zelo e ambições dos EUA, não foi possível chegar a uma estrutura comum”, relatou.

Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã afirmou que houve acordo em alguns pontos, mas divergências em “dois ou três pontos-chave” impediram avanço mais amplo.

Entre os principais entraves estão o programa nuclear iraniano e o controle do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo global.

Autoridades iranianas indicaram que o país não pretende abrir mão da capacidade nuclear ou alterar sua posição no estreito enquanto não houver um acordo considerado “razoável”.

Uma fonte próxima às negociações afirmou à agência Fars que o Irã “não tem pressa” e que não há previsão de nova rodada de conversas.

Apesar disso, o porta-voz iraniano Esmaeil Baqaei afirmou que “a diplomacia nunca termina”.

Vance também afirmou que os Estados Unidos apresentaram suas “linhas vermelhas” durante as negociações, conduzidas sob orientação do presidente Donald Trump.

Segundo ele, houve comunicação com Trump, o secretário de Estado Marco Rubio, o secretário de Defesa Pete Hegseth e o secretário do Tesouro Scott Bessent.

“Estávamos negociando de boa-fé o tempo todo”, afirmou.

Antes do encerramento das conversas, Trump afirmou: “Se chegarmos a um acordo ou não, para mim não faz diferença, porque já vencemos”.

O Paquistão, que sediou as negociações, informou que seguirá atuando como mediador. O ministro das Relações Exteriores, Ishaq Dar, afirmou que o país continuará facilitando o diálogo.

“As negociações foram intensas e construtivas. Continuaremos desempenhando nosso papel para promover o engajamento entre Irã e Estados Unidos”, afirmou.

Mesmo sem acordo, Dar mencionou a necessidade de manter o cessar-fogo e evitar escalada no conflito.

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RÁDIO FAROL - TOUROS

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Delegações dos EUA e do Irã chegam ao Paquistão para negociações de paz

11/04/2026


                                        Foto: Jacquelyn Martin-Pool/Getty Images

 

Altos representantes dos Estados Unidos e do Irã iniciaram em Islamabad negociações para tentar encerrar a guerra que já dura seis semanas.

A delegação americana é liderada pelo vice-presidente JD Vance, enquanto o lado iraniano é chefiado por Mohammad Baqer Qalibaf e pelo chanceler Abbas Araqchi.

Apesar do início das tratativas, o Irã condicionou o avanço das negociações ao cumprimento de exigências como o fim das sanções e um cessar-fogo no Líbano. Já os EUA e Israel afirmam que o conflito no Líbano não faz parte do acordo.

O presidente americano Donald Trump declarou que espera um acordo, mas adotou tom duro ao afirmar que o Irã tem pouca margem de negociação.

As conversas são as mais relevantes entre os dois países desde a Revolução Islâmica de 1979 e ocorrem após um cessar-fogo temporário anunciado nesta semana.

Enquanto isso, tensões seguem elevadas na região. O Irã mantém restrições no Estreito de Ormuz, afetando o fornecimento global de energia, e os confrontos indiretos com Israel continuam no Líbano.

As negociações não têm prazo definido, e o avanço dependerá de concessões entre as partes em meio a um cenário ainda instável.

 

Com informações de CNN Brasil

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MARE MOVEIS TOUROS

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Em nova derrota de Nicolás Maduro nos EUA, justiça barra acesso de defesa a provas do caso

09/04/2026


                                                    Foto: Reprodução

 

O ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, sofreu mais um revés na Justiça dos Estados Unidos. Em decisão recente, o juiz federal Alvin K. Hellerstein proibiu que os advogados do venezuelano compartilhem provas do processo com outros investigados que seguem foragidos.

A medida atende a um pedido da promotoria, que alegou riscos à investigação e à segurança de testemunhas. Na prática, a decisão restringe a atuação da defesa e dificulta a articulação conjunta entre os acusados no caso, que envolve suspeitas graves ligadas ao sistema financeiro e ao crime internacional.

O magistrado foi direto ao afirmar que o material “não pode ser compartilhado com nenhum réu que ainda não tenha sido preso”, reforçando que o acesso às provas não é necessário para garantir o direito de defesa neste momento do processo.

Preso em Nova York desde janeiro após uma operação dos Estados Unidos, Maduro responde a acusações como narcotráfico, lavagem de dinheiro e corrupção. Ele nega todas as acusações e já se declarou inocente perante a Justiça americana, enquanto sua defesa tenta derrubar o processo ou ao menos reduzir seus impactos.

Essa é mais uma derrota recente do líder venezuelano nos tribunais dos EUA, que vêm rejeitando sucessivos pedidos da defesa e endurecendo o andamento do caso, considerado um dos mais sensíveis da política internacional atual.

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Trump diz que a CIA o informou que o novo líder supremo do Irã é gay

27/03/2026


 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a gerar repercussão ao afirmar que foi informado pela CIA de que o novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, seria gay. A declaração foi feita durante entrevista ao apresentador Jesse Watters, da Fox News, sem que o presidente apresentasse ???? evidência concreta para sustentar a alegação.

Durante a conversa, Trump disse que a informação não viria apenas da agência de inteligência, mas também de outras fontes não especificadas. A fala ocorre em meio a um cenário delicado, já que o Irã criminaliza relações entre pessoas do mesmo sexo com base na lei islâmica, o que aumenta a tensão em torno da declaração.

A suposta informação já havia sido mencionada anteriormente pelo jornal New York Post. Ainda assim, não há confirmação oficial ou provas públicas sobre a orientação sexual de Mojtaba, que assumiu o posto após a morte de seu pai, Ali Khamenei, em meio ao atual conflito no Oriente Médio.

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Irã promete vingança após morte de chefe do Conselho de Segurança

18/03/2026


                                          Foto: Majid Saeedi/Getty Images

 

A tensão no Oriente Médio disparou após o governo do Irã confirmar a morte de Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança. Ele foi morto em um ataque atribuído a Israel na madrugada de terça-feira (17), desencadeando ameaças imediatas de retaliação.

A informação é do portal Metrópoles. Autoridades iranianas prometeram uma resposta rápida e dura. O comandante Sardar Mousavi afirmou que o inimigo “verá o céu se tornar mais espetacular”, enquanto o chefe do Exército, Amir Hatami, declarou que tanto Israel quanto os Estados Unidos sofrerão uma reação “decisiva”.

Como resposta inicial, o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica lançou ataques contra Israel. Em Tel Aviv, ao menos duas pessoas morreram após um prédio ser atingido por estilhaços durante os bombardeios.

A escalada do conflito também mobilizou outros países da região. A Arábia Saudita informou ter interceptado um drone próximo à área de embaixadas, enquanto os Emirados Árabes Unidos ativaram sistemas de defesa aérea diante de ameaças de mísseis.

Considerado uma das figuras mais influentes do regime iraniano, Larijani comandava desde 2025 o principal órgão de segurança do país. Sua morte eleva o risco de um confronto direto de maiores proporções na região.

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Filho de Ali Khamenei é o novo Líder Supremo do Irã

09/03/2026


                                                                 Foto: Pixabay

 

A assembleia dos Especialistas (ou dos Peritos) do Irã definiu que o novo líder supremo do país é o aiatolá Seyyed Mojtaba Khamenei, filho de Ali Khamenei, morto em um ataque dos Estados Unidos, no final de fevereiro.

A informação de que o novo líder havia sido escolhido havia sido adiantada por um dos representantes da assembleia, Mohsen Heidari Alekasir, no início deste domingo (8). “A opção mais adequada, aprovada pela maioria da Assembleia de Especialistas, foi escolhida”. O nome, no entanto, não havia sido revelado.

Seyyed Mojtaba Khamenei é o segundo filho de Ali Khamenei e tem 56 anos. A escolha indica uma decisão da Assembleia de manter a linha já adotada pelo antecessor.

Mojtaba acumulou poder sob o comando de seu pai como uma figura sênior próxima às forças de segurança e ao vasto império de negócios que elas controlam. Ele se opôs aos reformadores que buscam se envolver com o Ocidente, que tenta restringir o programa nuclear do Irã.

 

Líder supremo

No cargo de líder supremo há 36 anos, Ali Khamenei estava no topo da estrutura de Poder da República Islâmica do Irã que, além do Executivo, do Parlamento e do Judiciário, conta com o Conselho dos Guardiões, formado por seis indicados do próprio Aiatolá Khamenei e seis indicados pelo Parlamento.

Outro órgão político típico da República Islâmica é a Assembleia dos Especialistas, ou dos Peritos, formada por 88 religiosos eleitos pelo voto popular. Essa assembleia é responsável por eleger o aiatolá que será o líder supremo do Irã. Apesar de o cargo ser vitalício, a Assembleia dos Especialistas pode destituí-lo.

 

Israel promete assassinar escolhido

Na última quarta-feira (4), o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, disse que o próximo líder Supremo do Irã será assassinado.

“Será um alvo inequívoco para eliminação. Não importa qual seja o nome dele ou onde ele se esconda”, disse em uma rede social.

Estima-se que a guerra de Israel e dos EUA contra o Irã já tenha custado a vida de, pelo menos, 1.332 civis, segundo autoridade iraniana. Entre as vítimas dos ataques, esteve uma escola de meninas, onde 168 crianças foram mortas, expondo os horrores que o conflito pode produzir.

 

* com informações da agência Reuters

 

Fonte: Agência Brasil

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Sem Lula, presidentes de países da América Latina se reúnem com Trump em Miami por cooperação de combate ao crime no continente

08/03/2026

 

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se reuniu neste sábado (07) com o presidente da Argentina, Javier Milei, durante uma cúpula internacional realizada em Doral, na região de Miami, nos Estados Unidos. O encontro integra um evento com líderes da América Latina e do Caribe voltado à cooperação em segurança e combate ao crime organizado no continente

A reunião ocorreu sem a presença do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, que não foi convidado para a cúpula. Entre os temas discutidos está a iniciativa conhecida como Shield of the Americas (Escudo das Américas), proposta que prevê maior compartilhamento de inteligência e coordenação entre países para enfrentar cartéis de drogas e organizações criminosas na região.

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Os Estados Unidos já gastaram mais de US$ 5,3 bilhões na guerra com o Irã em seis dias

06/03/2026

 

Os custos militares diretos dos Estados Unidos na guerra contra o Irã já chegam a cerca de US$ 1 bilhão por dia, o equivalente a aproximadamente US$ 41 milhões por hora, segundo estimativas preliminares sobre as operações realizadas nos primeiros dias do conflito.

Os valores incluem despesas com deslocamento de tropas, uso de aeronaves, navios de guerra e equipamentos militares, além da manutenção das operações em diferentes frentes.

O alto custo reflete a intensidade das ações militares desde o início do conflito, no começo de março. Especialistas apontam que os gastos podem crescer ainda mais nas próximas semanas, à medida que as operações forem ampliadas.

Analistas militares ressaltam que conflitos dessa magnitude exigem uma grande mobilização logística e tecnológica, o que eleva rapidamente os custos diários das forças armadas envolvidas. A expectativa é que novas estimativas sejam divulgadas conforme o avanço das operações e a ampliação do envolvimento militar na região.

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Israel bombardeia prédio onde 88 aiatolás escolhiam o novo líder supremo do Irã

03/03/2026


 

O Exército de Israel atacou, nesta terça-feira, 3, o prédio da Assembleia dos Peritos em Teerá, órgão máximo responsável pela sucessão do comando no Irã. Segundo informações do jornal The Jerusalem Post, os 88 aiatolás que compõem o colegiado estavam presentes no edifício no momento do bombardeio para deliberar sobre o sucessor de Ali Khamenei, morto no sabado, 28.

Embora o governo iraniano ainda não tenha emitido um pronunciamento oficial sobre as baixas, agências de notícias locais relatam que o prédio foi

“arrasado” pela ofensiva. Imagens divulgadas em redes sociais mostram colunas de fumaça e a destruição parcial da estrutura que sediava o encontro dos clérigos. […]

O ataque atinge o coração do sistema teocrático no momento de maior fragilidade institucional das últimas décadas.

 

Reportagem de Erich Mafra

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Chefe de Segurança do Irã diz que não haverá negociação com Trump

02/03/2026


 

Ali Larijani, chefe de Segurança do Irã, afirmou nesta segunda-feira (2), na Rede Social X, que o país não fará acordo com o presidente Donald Trump. “Não haverá negociação com os Estados Unidos”, escreveu ele.

A mensagem de Larijani vai na contramão do que disse Trump neste domingo (1), quando afirmou que o novo líder do país estaria interessado em negociar.

Larijani publicou outras mensagens na rede social e escreveu que “Trump traiu o ‘América Primeiro’ e adotou o ‘Israel Primeiro”.  Em outra postagem, o chefe de Segurança iraniano escreveu que o presidente norte-americano “puxou toda a região para uma guerra desnecessária e agora está devidamente preocupado com as mortes de norte-americanos. É muito triste ele sacrificar o tesouro e o sangue americano para avançar nas ambições expansionistas ilegítimas de Netanyahu”.

O ataque conjunto dos EUA e Israel ao Irã, que teve início no sábado (28), não deve parar tão cedo. Segundo o próprio Trump, as agressões continuarão até que os objetivos militares dos EUA sejam atingidos.

Trump também pediu que a Guarda Revolucionária iraniana entregue as armas sob o risco de “encarar a morte.”

Os bombardeios ao Irã causaram a morte do Líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Hamenei. O ex-presidente do país, Mahmoud Ahmadinejad, também morreu.

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Senado da Argentina aprova redução da maioridade penal para 14 anos

01/03/2026


proposta recebeu 44 votos favoráveis, 27 contrários e uma abstenção no Senado. Foto: Reprodução/Instagram @senadoargentina

 

O Congresso argentino concluiu nesta sexta-feira (27) a tramitação do projeto que reduz de 16 para 14 anos a idade mínima para responsabilização criminal no país. A proposta recebeu 44 votos favoráveis, 27 contrários e uma abstenção no Senado, após já ter sido aprovada pela Câmara dos Deputados no último dia 12.

A iniciativa, impulsionada pela gestão do presidente Javier Milei, altera o regime de punição para adolescentes e permite que jovens a partir de 14 anos possam ser julgados e submetidos a medidas que incluem privação de liberdade em domicílio, em instituições abertas ou especializadas, ou em alas separadas de penitenciárias.

O texto também estabelece que, nos casos em que a pena não ultrapasse três anos, a prisão poderá ser substituída por medidas alternativas, como proibição de contato com a vítima e seus familiares, restrição de frequentar determinados locais, impedimento de sair do país, prestação de serviços comunitários, monitoramento eletrônico e reparação integral dos danos causados.

Além das sanções, a proposta prevê ações voltadas à reinserção social dos adolescentes, incluindo acompanhamento por equipe multidisciplinar, participação obrigatória em programas educacionais para conclusão dos estudos, capacitação profissional e formação cidadã.

 

Governo comemora aprovação

Pouco depois da votação no Senado, o governo federal divulgou nota destacando que a nova legislação “encerra quatro décadas de inação legislativa” e moderniza um marco jurídico considerado ultrapassado diante da criminalidade atual.

Segundo a administração de Milei, a mudança representa um ato de “justiça para a sociedade” e corrige o que classificou como uma dívida histórica. O comunicado afirma ainda que a reforma devolve ao Judiciário instrumentos para enfrentar a impunidade.

 

Em suas redes sociais, o presidente argentino resumiu a posição do governo com a frase: “Quem faz, paga.”

 

Com informações da CNN Brasil

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Em apenas dois meses de 2026, Trump prendeu Maduro, eliminou líder de cartel no México e ditador iraniano

01/03/2026


                                                              Foto: Reprodução

 

O início de 2026 tem sido marcado por uma série de operações ousadas e de grande repercussão internacional atribuídas ao governo dos Estados Unidos sob o comando do presidente Donald Trump. Em um período de cerca de dois meses, autoridades americanas participaram diretamente de três eventos que mexeram com a geopolítica global.

No começo de janeiro, forças americanas executaram uma operação militar na Venezuela que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa. A ação, batizada de “Absolute Resolve” e apoiada por meses de planejamento, foi descrita pelas autoridades como uma operação conjunta entre unidades de elite dos EUA para deter o líder venezuelano e retirá-lo do país.

Em fevereiro, uma operação militar no México — conduzida pelas forças do país com apoio de inteligência americana — terminou com a morte de Nemesio Oseguera Cervantes, conhecido como “El Mencho”, chefe do poderoso Cartel Jalisco Nueva Generación. Considerado um dos narcotraficantes mais influentes do México, sua eliminação marcou um golpe significativo nos grupos de crime organizado, mas também desencadeou episódios de violência e retaliações em solo mexicano.

No fim de fevereiro, Trump anunciou que o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi morto durante uma ofensiva militar conjunta com Israel contra alvos estratégicos no Irã. A ação envolveu ataques coordenados que, segundo autoridades americanas, miravam reduzir as capacidades do regime iraniano e pressionar por mudanças, incluindo o debate sobre o programa nuclear. A confirmação da morte do líder foi feita pelo próprio Trump em redes sociais e por governos aliados, e posteriormente divulgada por veículos internacionais após a confirmação de fontes estatais iranianas.

Esses eventos, em rápida sequência, ilustram uma postura altamente assertiva da administração americana em relação a líderes e grupos que Washington classifica como ameaças diretas à segurança internacional ou à estabilidade regional. Especialistas ouvidos por agências de notícias destacam que os desdobramentos podem gerar impactos duradouros, tanto em termos de relações diplomáticas quanto de equilíbrio geopolítico global.

Embora cada operação tenha gerado reações variadas no cenário internacional — com aliados celebrando ou criticando as ações e regimes atingidos denunciando intervenções unilateralistas — a série de eventos coloca os Estados Unidos no centro de um novo capítulo de tensões e redefinições estratégicas no início de 2026.

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Trump faz discurso histórico de 1h48, ataca Suprema Corte, endurece fronteiras e mira Irã

25/02/2026


                                           Foto: Kenny Holston-Pool/Getty Images

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, proferiu, nessa terça-feira (24), o mais longo discurso da história do Estado da União ao Congresso, com 1 hora e 48 minutos de duração — superando todos os registros anteriores no Capitólio, em Washington, D.C.

No balanço de seu primeiro ano de governo, Trump criticou duramente a Suprema Corte dos Estados Unidos após a corte derrubar suas tarifas comerciais, descrevendo a decisão como “lamentável” e reafirmando que seguirá defendendo suas medidas econômicas apesar das limitações legais.

Uma parte significativa de sua fala foi dedicada à política de imigração, que o presidente defendeu com veemência, exaltando medidas de repressão a imigrantes ilegais enquanto propõe restrições mais rígidas, como o fim de cidades-santuário e limitações ao acesso a carteiras de motorista para estrangeiros sem documentação.

No campo internacional, Trump lançou um alerta ao Irã, acusando o país de perseguir ambições nucleares e reiterando que jamais permitirá que a nação do Oriente Médio desenvolva uma arma nuclear — ainda que enfatize preferência por soluções diplomáticas.

Além de sua defesa de políticas duras, o presidente tentou traçar um quadro otimista da economia americana, falando em uma suposta “era de ouro” de crescimento e fortalecimento, enquanto enfrenta opiniões públicas e reações divergentes no Congresso.

O discurso ocorre em um momento crítico nos EUA, com as eleições de meio de mandato se aproximando, e tem servido tanto como plataforma para as posições de Trump quanto como munição para opositores que criticam seu tom e prioridades.

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México vive onda de violência após morte de chefe de cartel

23/02/2026



 

O México viveu um fim de semana de tensão após o Exército confirmar a morte de Nemesio Oseguera Cervantes, o “El Mencho”, apontado como líder do Cartel Jalisco Nueva Generación. Segundo as autoridades, ele foi ferido durante uma operação em Tapalpa, no estado de Jalisco, e morreu enquanto era transferido de helicóptero para a Cidade do México.

Considerado um dos narcotraficantes mais procurados pelos Estados Unidos, “El Mencho” tinha recompensa de 15 milhões de dólares oferecida por Washington. Sob seu comando, o CJNG se consolidou como uma das organizações criminosas mais poderosas e violentas do país.

Após a ação das forças federais, criminosos reagiram com bloqueios de rodovias e incêndios de veículos em Jalisco, Michoacán e Tamaulipas. Também houve registros de ataques e queima de estabelecimentos comerciais em Guanajuato. Governadores locais confirmaram confrontos e ativaram protocolos de segurança, incluindo o chamado “código vermelho”.

No Aeroporto Internacional de Guadalajara, relatos de disparos e presença de homens armados causaram pânico entre passageiros. Terminais rodoviários suspenderam atividades em algumas regiões, e autoridades pediram que a população permanecesse em casa diante do risco de novos confrontos.

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Ex-príncipe Andrew é preso no Reino Unido

19/02/2026


 

A emissora britânica BBC noticiou nesta quinta-feira (19) que a polícia prendeu Andrew Mountbatten-Windsor, irmão mais novo do rei Charles III, sob suspeita de má conduta em cargo público.

Jornais haviam noticiado que seis carros da polícia descaracterizados e cerca de oito policiais à paisana chegaram à Wood Farm, na propriedade de Sandringham, no leste da Inglaterra, na manhã desta quinta-feira.

A Polícia do Vale do Tâmisa afirmou no início deste mês que seus agentes estavam investigando alegações de que Mountbatten-Windsor teria repassado documentos confidenciais do governo ao falecido criminoso sexual, Jeffrey Epstein, segundo arquivos recentemente divulgados pelo governo dos Estados Unidos.

Mountbatten-Windsor, o segundo filho da falecida rainha Elizabeth, sempre negou qualquer irregularidade em relação a Epstein e disse lamentar a amizade entre eles, mas não respondeu a pedidos de comentários desde a divulgação dos documentos.

Sem mencionar o nome de Andrew, a polícia britânica informou que um homem por volta dos 60 anos foi preso sob suspeita de má conduta em cargo público, acrescentando que não divulgaria o nome dele “em conformidade com as diretrizes nacionais”.

 

CNN

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