Saúde

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Covid-19 volta a preocupar: Pernambuco registra mais de 130 casos na primeira semana de 2025

11/01/2025

 

Na primeira semana de 2025, a Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE) confirmou 134 novos casos de Covid-19. Desse total, 133 foram classificados como leves, enquanto apenas um foi registrado como Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Os números refletem uma tendência de alta que começou em dezembro de 2024, quando os casos leves saltaram de 57 na primeira semana do mês para 165 na semana do Ano Novo.

 

Orientações diante do aumento de casos

 

Diante do aumento nas notificações, a SES-PE reforça a importância da testagem em caso de sintomas como febre, tosse e dor de garganta. O órgão recomenda que o paciente espere entre 48 e 72 horas após o início dos sintomas para realizar o teste, que pode ser feito gratuitamente em unidades básicas de saúde, UPAs, policlínicas e outros locais designados pelos municípios.

Caso o resultado do teste seja positivo, é fundamental cumprir o isolamento de sete dias para evitar a disseminação do vírus.

 

Prevenção e uso de máscaras

 

O uso de máscaras volta a ser uma recomendação importante, especialmente para pessoas com sintomas respiratórios. O clínico geral e infectologista Eduardo Faria, do Hospital Português, destacou a necessidade de proteção:

“É muito importante o uso de uma máscara de boa qualidade. Essa máscara deve ser usada obrigatoriamente por pessoas que estão sintomáticas, com tosse e coriza”, afirmou.

A medida também é indicada para pessoas com fragilidades imunológicas, como aquelas que utilizam corticoides ou medicamentos que reduzem a imunidade.

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DROGARIA POUPE JÁ

Saúde

Ministério destina mais de R$ 1 bilhão para ações na Saúde no Estado e cidades do RN; saiba quais

10/01/2025


 

O Ministério da Saúde anunciou os valores anuais destinados ao cofinanciamento das ações e serviços públicos de saúde no Rio Grande do Norte, referentes ao Teto de Média e Alta Complexidade (Teto MAC). Publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira (10), os recursos repassados devem ser utilizados para serviços ambulatoriais e hospitalares, garantindo a manutenção e ampliação dos serviços oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O montante soma mais de R$ 1 bilhão a ser destinado ao Estado e cidades potiguares.

A portaria destaca que os repasses serão realizados de forma automática e regular, em 12 parcelas mensais, por meio do Fundo Nacional de Saúde aos fundos estaduais e municipais. Os valores incluem incentivos permanentes, como os destinados ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), e atendem à programação pactuada entre os gestores estaduais e municipais de saúde.

 

Municípios que vão receber os maiores valores:

Total para o RN: R$ 428.173.758,19

 

Natal: R$ 394.048.753,20; Para o SAMU: R$ 7.412.464,80

Mossoró: R$ 95.683.721,17; Para o SAMU: R$ 1.665.300,00

Santa Cruz: R$ 26.384.137,21

Parnamirim: R$ 24.562.221,08;

Caicó: R$ 20.507.092,17;

Pau dos Ferros: R$ 18.587.513,59

São José de Mipibu: R$ 13.387.031,84

Macaíba: R$ 12.779.148,62;

Alexandria: 12.158.973,50;

Ceará-Mirim: R$ 9.623.154,16;

São Gonçalo do Amarante: R$ 8.360.211,53;

Currais Novos: R$ 7.845.896,37;

Assú: R$ 7.203.649,01;

Confira lista completa aqui.

 

De acordo com a publicação, esses valores serão utilizados para custear procedimentos como consultas, exames e internações, além de apoiar a manutenção de leitos hospitalares e a expansão de serviços especializados.

 

 

TRIBUNA DO NORTE

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MARE MOVEIS TOUROS

Saúde

Paciente passa por transplante de coração em Natal após receber órgão de doadora de Mossoró

10/01/2025


 

Um homem de 67 anos de idade recebeu um transplante de coração na tarde desta quinta-feira (9) em Natal. A doadora foi uma mulher de 38 anos que morreu em decorrência de uma cirurgia em Mossoró, na Região Oeste do estado.

Esse foi o primeiro transplante de coração realizado neste ano de 2025.

O transplante movimentou equipes médicas das duas cidades. Isso porque, segundo os médicos envolvidos na doação, é necessário que - entre a retirada do coração do doador e o transplante no paciente que vai recebê-lo - haja um intervalo de no máximo 4 horas.

"Esse é o tempo ideal", explicou o médico-cirurgião cardiovascular Marcelo Cascudo, que realizou a operação em Natal. Neste caso, todo esse processo durou 3h16, considerado "um prazo necessário e bom pra se fazer essa cirurgia", reforçou.

Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) foi utilizado para levar o órgão de Mossoró para Natal para a cirurgia, que foi realizado em um hospital privado de Natal que é referência em procedimentos cardíacos. Três médicos e uma enfermeira estavam no avião.

 

Prognóstico não era bom

O paciente de 67 anos de idade que recebeu o órgão em Natal havia entrado em dezembro na fila única da Central de Transplantes da Secretaria de Saúde do RN - que é controlada pelo Sistema Nacional de Transplantes.

Segundo o médico Marcelo Cascudo, o paciente não tinha um bom prognóstico - sem responder a outros procedimentos -, e o transplante pode mudar a vida dele.

"Um receptor que vinha sofrendo dor, um paciente com várias internações hospitalares aqui no Rio Grande. Colocou um desfibrilador, colocou um aparelho tipo marca-passo pra melhorar o batimento cardíaco dele pra facilitar essa função do músculo dele. Mesmo assim, ficou um tempo piorando, não respondeu bem a esse tratamento", explicou.

 

 

G1 RN

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ATELIÊ DO AÇAÍ

Saúde

Transplantes de órgãos triplicam em duas décadas e 25 brasileiros deixam fila por dia

09/01/2025


 

A cada dia, em média 25 pessoas saem da fila de espera por um órgão no Brasil. Em 2024, pelo menos 9.216 vidas foram salvas no país após a realização de um transplante, um dos maiores números da série histórica do Ministério da Saúde, iniciada em 2001. Por trás dessas estatísticas estão famílias que escolheram transformar dor em esperança, pacientes que renasceram e profissionais que não pouparam esforços para fazer com que uma vida que parecia perdida ganhasse uma nova oportunidade.

Parte importante dessa rede de apoio não fica dentro dos hospitais e muitas vezes sequer tem contato com a família de quem doa e quem vai receber o órgão. São motoristas, pilotos, policiais e bombeiros que correm contra o tempo cruzando rodovias e céus para garantir com que o gesto de solidariedade de uma família em luto mude o destino de quem aguarda por um recomeço.

Foi assim com Maria Helena Gouveia, 70 anos. Era 1º de outubro de 2024, e o dia ainda não tinha nem amanhecido, mas ela já estava de pé. Desde que ficou sabendo que precisaria fazer um transplante de fígado, essa era a quarta vez que ela era avisada que havia um órgão que poderia servir para o corpo dela. Nas oportunidades anteriores, o transplante não ocorreu. Mas desta vez, ela estava certa que sairia da fila e não voltaria para casa chorando por não fazer a cirurgia.

Enquanto ela ia para o hospital, o fígado era transportado do Espírito Santo ao Rio de Janeiro em um avião da Força Aérea Brasileira. Maria Helena entrou na sala da cirurgia antes que a aeronave pousasse no Aeroporto Internacional Tom Jobim, a aproximadamente 25 km de distância do Hospital Adventista Silvestre, onde ela faria o transplante. Depois que o avião chegou ao Rio, a caixa térmica com o órgão precisou trocar de transporte. A opção foi levar o fígado em uma viatura da Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro, pois não seria possível completar o trajeto de helicóptero pela ausência de um heliponto no hospital.

O jeito mais rápido de fazer essa viagem por terra seria usando a Linha Vermelha, uma das vias expressas mais movimentadas do Rio. Como em qualquer horário de pico em um dia de semana, o trânsito era intenso. Os carros quase não andavam. O fígado não podia demorar muito para chegar ao hospital devido ao tempo de isquemia (tempo que um órgão aguenta ficar fora do corpo sem receber sangue). O que a Maria Helena aguardava tinha sido retirado do corpo do doador por volta das 2 horas da manhã de 1º de outubro e teria um prazo de até 12 horas para ser transplantado para o corpo dela.

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RÁDIO FAROL - TOUROS

Saúde

Walfredo Gurgel segue com superlotação, denuncia Sindsaúde

09/01/2025


                                                Foto: Magnus Nascimento 

 

O início do ano novo chega com velhos problemas no maior hospital de referência em trauma do Rio Grande do Norte, o Walfredo Gurgel. Superlotação, além de falta de pessoal e de insumos, de acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do RN (Sindsaúde), tem marcado o começo de 2025 na unidade. O coordenador do Sindicato, Carlos Alexandre, denuncia que a ala do segundo andar do hospital, que havia sido reaberta após uma reforma, foi fechada novamente na última sexta-feira (4) por falta de profissionais da enfermagem, provocando a supressão de 38 leitos e sobrecarregando outros setores.

Procurada, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), não respondeu aos questionamentos feitos até o fechamento desta edição. A TRIBUNA DO NORTE também tentou contato com a administração da unidade no final da manhã desta quarta-feira (8), quando esteve no Walfredo, mas a equipe havia saído para o almoço e não havia ninguém para receber a reportagem. Segundo Carlos Alexandre, o fechamento da ala do segundo andar é a principal causa dos demais problemas. De acordo com ele, desde o início do ano, o número de pessoas nos corredores oscila entre 30 e 40.

Com a alta demanda, o corredor do centro cirúrgico também passou a acumular pacientes. “A sala de recuperação está cheia. E tem ainda duas salas cirúrgicas reservadas para pós-operatório, o que não deveria ocorrer”, fala. “A ala do segundo andar foi fechada na sexta-feira passada porque não tinha técnicos e enfermeiros para completar a escala. Com isso, o hospital ficou com 38 leitos a menos e os pacientes ficam retidos em outros setores”, complementa Alexandre.

Essa é a situação do irmão do agricultor Antônio Rocha, de Patu. O paciente chegou ao Walfredo há quatro dias, após quebrar o fêmur em decorrência de uma queda de moto. “Ele fez a cirurgia um dia depois de chegar aqui, está bem, mas não tem nenhum quarto para onde ir enquanto espera para ser transferido para o Memorial. Me disseram que, talvez hoje [quarta-feira] à tarde tivessem uma resposta”, relata Antônio. Já a mãe de uma paciente que preferiu não se identificar chegou ao Walfredo por volta das 16h30 da terça-feira (7), com três artérias entupidas. “Ela foi medicada e deveria receber um novo remédio hoje [quarta-feira], às 6h. Já passou de meio dia e até agora nada”, reclama a mulher.

Na noite da última segunda-feira (6), o Sindsaúde recebeu denunciou que o hospital estava sem nenhum bebedouro disponível para acompanhantes. A falta de alternativas na unidade estava obrigando os acompanhantes a trazerem água de casa, conforme o Sindsaúde. A situação teria sido solucionada na terça-feira, após a denúncia, de acordo com o próprio Sindicato.

 

Tribuna do Norte

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DROGARIA POUPE JÁ

Saúde

Sindicato denuncia falta de bebedouros para pacientes no Hospital Walfredo Gurgel

08/01/2025


                                                                       Assessoria

 

O Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Rio Grande do Norte (Sindsaúde/RN) denunciou, na noite desta segunda-feira (6), a falta de bebedouros em funcionamento para pacientes e acompanhantes no Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal. Segundo o sindicato, a situação foi agravada após o desabamento do teto próximo à sala de endoscopia, que danificou o principal bebedouro da unidade.

De acordo com o Sindsaúde, a ausência de água potável obriga os acompanhantes a trazerem água de casa ou a comprarem no local. “Essa situação configura uma grave violação do direito à saúde e à dignidade”, afirmou a entidade em nota.

O sindicato atribui o problema à precarização crônica do maior hospital público do estado e criticou a ausência de medidas do Governo do RN para resolver a situação. “É inconcebível que um hospital de referência deixe pacientes e acompanhantes sem acesso a um recurso tão básico quanto a água potável”, declarou.

A entidade cobra a reinstalação urgente de bebedouros ou a implementação de alternativas para garantir o acesso à água potável. Além disso, reforçou a necessidade de recuperar a infraestrutura do hospital, que tem enfrentado problemas recorrentes.

Até o momento, o Governo do RN não se manifestou sobre a denúncia.

 

 

Fonte: Portal da Tropical

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101 FM

Saúde

Bolsa Família reduziu em até 65% número de mortes por tuberculose no Brasil

08/01/2025


 

O Programa Bolsa Família, criado em 2003, sempre foi reconhecido como uma ferramenta importante de combate à pobreza, mas um estudo publicado na revista Nature Medicine revelou um benefício adicional: a redução de casos e mortes por tuberculose. Conduzido por instituições renomadas, como o Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (ISC/UFBA) e o Cidacs/Fiocruz, o estudo analisou mais de 54 milhões de brasileiros entre 2004 e 2015.

Os resultados indicam uma queda de 41% na incidência e 31% na mortalidade por tuberculose entre beneficiários do programa. Esses dados reforçam que políticas de transferência de renda podem ter impactos diretos na saúde pública, ajudando a mitigar os efeitos de doenças associadas à pobreza.

 

Barreira à desnutrição

 

Segundo Priscila Gestal, pesquisadora do ISC/UFBA e uma das autoras do estudo, o Bolsa Família atua como uma barreira à insegurança alimentar e à desnutrição, fatores críticos para o desenvolvimento de doenças infecciosas. “As famílias passaram a buscar mais serviços de saúde, e isso foi crucial para o diagnóstico precoce de doenças como a tuberculose”, acrescentou Gestal.

Populações vulneráveis, como indígenas, pretos e pardos, foram as mais beneficiadas pelo programa. Entre indígenas, por exemplo, houve uma redução de 63% na incidência e 65% na mortalidade. Já entre pessoas em situação de extrema pobreza, os números apontam uma diminuição de 51% nos novos casos e 40% nas mortes.

Embora os avanços no combate à tuberculose sejam notáveis, a doença ainda representa um desafio significativo para a saúde pública no Brasil. Segundo dados do SINAN/COSET/DIVEP, entre 2014 e 2024, o número de casos novos caiu de 4.824 para 4.242 na Bahia, representando uma redução média anual de 1,7%. No entanto, o índice de cura, que é de apenas 57%, ainda está aquém da meta de 85% estipulada pelo Ministério da Saúde. No estado, 2.488.373 famílias são atendidas pelo Bolsa Família.

Em Salvador, o Centro de Saúde Ramiro de Azevedo atua como referência no diagnóstico e tratamento da doença. Já casos mais graves são encaminhados para o Hospital Especializado Otávio Mangabeira, no bairro do Pau Miúdo e a Fundação José Silveira, a partir do Instituto Brasileiro para Investigação da Tuberculose (IBIT).

 

O tratamento

 

O médico epidemiologista Eduardo Martins Netto, coordenador do Centro de Pesquisa, Aprendizagem e Inovação da Fundação José Silveira, destaca que um dos principais desafios é garantir que os pacientes completem o tratamento, que dura, em média, seis meses. “Muitos abandonam a medicação quando começam a sentir melhora, o que contribui para a resistência bacteriana e dificulta o controle da doença”, alerta.

Além disso, a tuberculose é mais prevalente em grupos com maiores desafios socioeconômicos, como aqueles que vivem em situação de rua. Nessas condições, a coinfecção representa um agravante, tornando o tratamento mais complexo e demorado. “A integração entre programas sociais e ações de saúde é fundamental para enfrentar esses desafios”, acrescenta Eduardo Martins

A trajetória de pacientes que enfrentam a tuberculose revela a complexidade do tratamento e a importância de políticas públicas eficazes. Um homem de 38 anos, que está em tratamento no Instituto Brasileiro para Investigação da Tuberculose (IBIT), compartilhou sua experiência. Após sentir falta de ar e apresentar tosse persistente, procurou atendimento em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e foi encaminhado ao IBIT.

“Quando fui diagnosticado, já estava em um estado avançado. Se tivesse buscado ajuda antes, teria evitado muito sofrimento”, relata. Ele começou o tratamento em novembro e já percebeu melhoras significativas. No entanto, admite que a rotina de medicação é desafiadora. “Os médicos me orientam a não interromper o tratamento, mesmo me sentindo melhor, e isso tem feito toda a diferença”, destaca o paciente que prefere não se identificar.

 

Fatores predominantes

 

A experiência do paciente reforça a importância de campanhas educativas sobre os sintomas da tuberculose, que incluem tosse persistente, febre, suor noturno e perda de peso. A detecção precoce é essencial para evitar complicações e reduzir a transmissão da doença.

Organizações como o IBIT desempenham um papel fundamental ao oferecer suporte integral aos pacientes. Além do tratamento médico, são realizadas ações educativas e de assistência social, garantindo que as necessidades básicas dos pacientes sejam atendidas.

Os resultados do estudo sobre o Bolsa Família trazem lições valiosas para o futuro do combate à tuberculose no Brasil. A integração entre políticas sociais e ações de saúde pública é uma estratégia eficaz para reduzir os impactos da doença em populações vulneráveis. Priscila Gestal, uma das autoras do estudo, enfatiza que programas de transferência de renda podem ser vistos como ferramentas de saúde pública. “A pobreza e a insegurança alimentar são fatores determinantes para o desenvolvimento de doenças como a tuberculose. Investir em políticas sociais é investir na saúde da população”, afirma.

O Brasil também pode se beneficiar de experiências internacionais. Países como Índia e Indonésia, que enfrentam altas taxas de tuberculose, têm investido em programas integrados de saúde e proteção social, com resultados promissores. Esses exemplos mostram que o combate à tuberculose exige um esforço coletivo e interdisciplinar.

 

 

A TARDE

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DROGARIA POUPE JÁ

Saúde

Satisfação sexual de homens casados é maior que a de solteiros

08/01/2025


                                          Foto: Westend61/Getty Images

 

Uma nova pesquisa revelou que homens comprometidos e que estão em um relacionamento afetivo têm melhor desempenho sexual do que os solteiros, independentemente da orientação sexual. O estudo recente destacou o impacto significativo de relações românticas no funcionamento sexual masculino.

A pesquisa incluiu indivíduos de diversas orientações sexuais e teve como objetivo determinar se o funcionamento sexual masculino é um aspecto universal ou variável. Para isso, estudiosos do departamento de psicologia da Universidade de Brasília (UnB) analisaram, via questionário, 427 homens brasileiros saudáveis, incluindo 203 heterossexuais, 77 bissexuais e 147 gays, de várias cidades do país.

Os status de relacionamento foram categorizados como “parceiro” ou “solteiro”. Eles preencheram um formulário, que consistia no Índice de Função Sexual Masculina, e avaliava o funcionamento sexual em cinco campos: desejo, excitação, ereção, orgasmo e satisfação.

O estudo revelou níveis mais altos de excitação sexual, qualidade de ereção, frequência de org4smo e satisfação em homens em relacionamentos em comparação aos solteiros.

Logo, os estudiosos concluíram que um relacionamento estável cria um contexto que melhora o funcionamento sexual masculino.

 

Fonte: Metrópoles

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DROGARIA POUPE JÁ

Saúde

COVID-19 com força em Natal.

07/01/2025

 

Nos últimos dias, vários relatos de médicos dizendo que a COVID-19 voltou a Natal. Nenhum caso grave, os sintomas são leves, virou uma "gripezinha". Há 4 anos, por essa época, começaram os relatos de COVID-19 pelo mundo, mas ela só chegou ao Brasil na quarta-feira de cinzas, depois que passou o carnaval na Globo.

Na época, se criou uma obrigação de vacinas pouco testadas que até hoje são controversas (tomamos 4 doses e pegamos 5 COVID). No futuro, os tratamentos obrigatórios na época da COVID-19 serão motivo de piadas. 

 

Blog do Gustavo Negreiros

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DROGARIA POUPE JÁ

Saúde

Superlotação em hospitais de Natal deixa pacientes aguardando atendimento nos corredores

05/01/2025


 

O Hospital Walfredo Gurgel e o Hospital dos Pescadores, em Natal, registraram superlotação no último sábado (4). Segundo o Sindicato dos Trabalhadores da Saúde do Rio Grande do Norte (Sindsaúde), pela manhã, 102 pacientes estavam sendo atendidos no Walfredo Gurgel, sendo 42 deles nos corredores.

De acordo com o sindicato, um relatório emitido às 16h apontou uma redução no número total de pacientes para 91, mas quase metade continuava aguardando atendimento nos corredores.

No Hospital dos Pescadores (HOSPESC), a situação era semelhante. Em vídeos divulgados pelo sindicato, pessoas aparecem aguardando no centro cirúrgico para a realização de procedimentos.

Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Natal informou que o HOSPESC registrou uma demanda acima da esperada, o que provocou aumento no tempo de espera para pacientes com casos menos graves.

A SMS afirmou que está atuando para controlar a situação com altas de pacientes que não necessitam de internação e que 20 pacientes foram transferidos.

 

 

G1 RN

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RÁDIO FAROL - TOUROS

Saúde

Covid-19 completa cinco anos no Brasil; doença terminou 2024 com casos e mortes em alta

04/01/2025


 

O Brasil completa em 2025 cinco anos do primeiro registro de Covid-19, doença que se tornou pandemia mundial e deixou milhares de mortos. Desde o primeiro caso no país, em 26 de fevereiro de 2020, 39 milhões de casos foram confirmados pelo Ministério da Saúde, que também contabilizou quase 715 mil mortes.

O ano com os piores números da doença foi 2021, que teve 14.611.548 casos e 424.107 mortes. Por semana, em média foram 275 mil casos e 8.000 óbitos.

Os números relacionados à doença foram diminuindo aos poucos a partir do início da vacinação, em 17 de janeiro de 2021. Em 2024, por exemplo, foram 862.680 casos e 5.959 mortes, os menores números para um único ano desde o surgimento da Covid-19.

Apesar disso, a última semana epidemiológica do ano passado (de 22 a 28 de dezembro) terminou com as estatísticas em alta em relação à semana anterior. Foram 6.090 novos casos (contra 3.966 da penúltima semana epidemiológica) e 91 mortes (contra 35 nos sete dias anteriores).

 

Os números da Covid-19 ao longo dos anos

Casos

2020: 7.675.973

2021: 14.611.548

2022: 14.043.760

2023: 1.879.583

2024: 862.680

Mortes

2020: 194.949

2021: 424.107

2022: 74.797

2023: 14.785

2024: 5.959

 

 

Números por estado

Analisando os números por unidade da Federação, São Paulo aparece em primeiro na quantidade de casos, seguido por Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

 

Estados com mais casos

São Paulo: 6.917.079

Minas Gerais: 4.349.128

Rio Grande do Sul: 3.157.061

Paraná: 3.037.555

Rio de Janeiro: 2.980.323

Em relação aos óbitos, São Paulo também lidera, e Rio de Janeiro e Minas Gerais completam o pódio.

 

 

Estados com mais mortes

São Paulo: 184.290

Rio de Janeiro: 78.303

Minas Gerais: 66.956

Paraná: 47.106

Rio Grande do Sul: 43.126

Vacinação

O Brasil já aplicou quase 560 milhões de doses de vacina contra a Covid-19.

 

Foram 552,6 milhões de doses da vacina monovalente (desenvolvida para combater uma única cepa ou variante da doença), considerando a primeira, segunda e todas as doses de reforço.

 

 

R7

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DROGARIA POUPE JÁ

Saúde

Janeiro branco: conheça hábitos que influenciam a saúde mental das crianças

04/01/2025

 

 

 

A saúde mental é uma das questões mais importantes da sociedade contemporânea e a sua pertinência não se limita à vida adulta. Os primeiros anos de vida são fundamentais para o desenvolvimento emocional. Na primeira infância, estabelecem-se as bases para toda a vida. Neste mês, com a campanha do Janeiro Branco, o foco é ampliar a conscientização sobre o tema e discutir quais cuidados devem ser adotados.

Em um cenário cada vez mais desafiador, oferecer intervenções preventivas são passos essenciais para garantir um futuro mais equilibrado e saudável, segundo o psicólogo da Hapvida NotreDame Intermédica, Ramony Lamonier.

Para ele, devem ser adotadas práticas que busquem criar um ambiente saudável e estimulante, favorecendo o desenvolvimento de habilidades cognitivas e sociais que ajudarão a criança a lidar com os desafios da vida. “O acesso a atividades culturais, recreativas e educacionais, além da garantia de que a criança possa se expressar de diferentes maneiras, seja por meio da arte, do esporte ou da leitura, são pontos de destaque para o desenvolvimento emocional”, exemplifica.

 

Fatores de risco: como identificar?

 

O psicólogo acrescenta que a prevenção dos transtornos psicológicos começa com a identificação de fatores de risco. “A exposição a ambientes familiares instáveis, como violência doméstica ou abusos, aumenta a probabilidade de desenvolvimento de problemas emocionais. Um apoio adequado pode prevenir o desenvolvimento de ansiedade, depressão e outros distúrbios”, destaca.

“A campanha Janeiro Branco nos lembra da importância de investir na saúde mental desde os primeiros anos de vida, garantindo que as crianças cresçam preparadas para enfrentar os desafios da vida com resiliência e bem-estar. Trata-se de um investimento no futuro”, acrescenta.

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Open Master - Agência de Desenvolvimento Web

Saúde

Sindicato denuncia superlotação em sala de recuperação do Walfredo

04/01/2025


 

O Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Rio Grande do Norte (Sindsaúde/RN) denunciou mais um cenário de superlotação no Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal. Segundo o Sindicato, a sala de recuperação (RPA) da maior unidade hospitalar do RN iniciou esta sexta-feira (3), com 40 pacientes pós-cirúrgicos internados ao mesmo tempo.

Ainda de acordo com a denúncia, dois pacientes estão no corredor de entrada, quatro estão na ante sala e mais dois estão no corredor do centro cirúrgico. Já o segundo andar do hospital, será fechado por falta de profissionais para trabalhar.

No comunicado, o Sindicato enfatizou que a superlotação compromete diretamente a segurança dos pacientes, em razão do número excessivo de pacientes em um espaço destinado a cuidado dos pacientes, visto que os expõe a possíveis contaminações e sobrecarrega os profissionais de saúde. “Essa situação, segundo a direção do sindicato, é fruto do subfinanciamento e da precarização do maior hospital do Rio Grande do Norte”, detalhou o Sindsaúde.

“O Sindsaúde/RN destaca que esse episódio não é isolado, mas reflete um problema sistêmico agravado pela falta de investimento em infraestrutura no Walfredo Gurgel. A direção do sindicato exige providências imediatas da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) e do Governo do Estado para solucionar o problema, garantir assistência digna aos pacientes e melhores condições de trabalho aos servidores da saúde”, concluiu o sindicato.

A reportagem da TRIBUNA DO NORTE questionou a Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) solicitando esclarecimentos sobre a situação, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria. O espaço segue em aberto.

 

 

TRIBUNA DO NORTE

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ATELIÊ DO AÇAÍ

Saúde

Campanha Janeiro Branco estimula o bem-estar emocional

03/01/2025


 

Todo início de ano é assim: a gente faz um monte de planos e promessas, que muitas vezes não são cumpridas. Mas uma coisa não pode ficar de lado: a saúde, tanto física, quanto mental. O começo do ano é época da Campanha Janeiro Branco, movimento brasileiro sobre Saúde Mental que há mais de uma década convida a sociedade a refletir, dialogar e agir em prol do bem-estar emocional.

A iniciativa foi criada em 2014 pelo psicólogo, palestrante e escritor mineiro Leonardo Abrahão. Hoje, a campanha Janeiro Branco é um marco no calendário brasileiro e, desde 2023, é reconhecida oficialmente como lei federal.

Todo ano há um tema. O de 2025 é “O que fazer pela saúde mental agora e sempre?”. A ideia é fazer com que pessoas, famílias, empresas e instituições públicas e privadas apoiem ações concretas que estimulem a valorização da saúde mental como prioridade coletiva.

Palestras, rodas de conversa, oficinas, caminhadas, corridas e eventos culturais estão previstos em diversas cidades do país, reunindo psicólogos, psiquiatras, assistentes sociais, enfermeiros, educadores, gestores, líderes comunitários, mídias e a população em geral.

 

Perigo

 

Cristiano Nabuco, psicólogo especialista em dependência tecnológica, enumera alguns sinais de que a saúde mental corre perigo e faz uma observação.

“Consumo excessivo de álcool, comprar de maneira demasiada, enfim, sempre que eu saio do meu ponto de equilíbrio, isso pode ser um forte indicador de que algo não vai bem. Os profissionais de saúde que são treinados para ajudar não vão chegar e dizer como deve viver melhor a sua vida, a vida é sua. O que ele vai fazer? Ele vai provocar reflexões que muitas vezes tem esse fator de cura.”

Cristiano alerta que – quando as sensações e sentimentos mudam – pode ser sinal de que é preciso procurar um profissional.

“Primeiro: sensação constante de cansaço ou esgotamento emocional. Segundo: dificuldade de se concentrar como antes. Dificuldade de ter satisfação em coisas que eram muito agradáveis. Um outro elemento envolve alterações no sono: insônia, quando não se consegue dormir ou excesso de sono, e questões ligadas ao apetite.”

Quem quiser apoiar a campanha pode fazer o download gratuito de folders, cartazes, banners, faixas, bottons, cartilhas e panfletos no site oficial do Movimento Janeiro Branco. Os materiais vêm com orientações didáticas e acessíveis sobre saúde mental.

 

 

AGORA RN

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ATELIÊ DO AÇAÍ

Saúde

Adoecimento global da saúde mental exige atenção redobrada com jovens

28/12/2024


 

O mundo vive um “adoecimento global” da saúde mental, especialmente entre adolescentes e jovens. A afirmação é da psicóloga Débora Sampaio, especialista em comportamento juvenil, em entrevista ao Jornal da Mix. Ela destacou que a crise, agravada nos últimos anos, exige uma abordagem multifacetada, com foco em prevenção, supervisão e diálogo. “O primeiro passo para prevenir essas situações é informação. Estamos falando de uma crise global, e informar é o que pode salvar vidas”, afirmou.

Débora ressaltou que adolescentes passam por mudanças naturais, como alterações de humor e busca por privacidade, mas destacou que mudanças persistentes precisam ser observadas. “Mudanças de humor que duram mais de uma ou duas semanas, isolamento ou irritabilidade excessiva são sinais de alerta. Muitas vezes, achamos que depressão é apenas choro constante e reclusão, mas, nos jovens, ela pode se manifestar como impaciência ou intolerância.”

A especialista reforçou que “adolescência é sinônimo de socialização”. Quando o jovem não se integra a um grupo — seja na escola, igreja ou em atividades esportivas —, isso pode ser um indício de problemas emocionais. “O adolescente tem uma necessidade de se sentir pertencente. Se ele está sem grupo, é motivo para os pais ficarem atentos”.

REDES SOCIAIS COMO FATOR AGRAVANTE. O impacto das redes sociais na saúde mental foi outro ponto central da entrevista. Débora alertou sobre o desequilíbrio entre o cuidado presencial e digital. “Hoje, há uma superproteção no mundo presencial e uma subproteção no digital. As redes sociais são onde os jovens passam a maior parte do tempo, muitas vezes sem qualquer supervisão dos pais”.

Ela destacou o papel das telas na crise de saúde mental. “Nos últimos 10 anos, tivemos um aumento de mais de 1.500% nos casos de ansiedade e depressão entre crianças e adolescentes. As telas mudaram toda a nossa forma de viver, mas, enquanto adultos, temos uma memória de vida sem elas. Já os jovens não têm esse repertório”.

Além disso, a exposição ao conteúdo violento ou inadequado pode influenciar comportamentos extremos. “Casos de ataques em escolas, como o que foi planejado recentemente em Natal, muitas vezes têm um efeito de modelagem. Os jovens pesquisam, estudam e replicam o que veem. Por isso, é fundamental que os pais saibam o que seus filhos estão consumindo online”.

SUPERVISÃO PARENTAL É INDISPENSÁVEL. Débora enfatizou que os pais têm um papel central na proteção dos jovens no mundo digital. “Os pais não apenas podem, mas devem supervisionar. Hoje, o ambiente mais perigoso é o digital. Não existe privacidade quando se trata de cuidado e proteção”.

Ela reforçou a necessidade de limitar o tempo de uso de dispositivos, usar aplicativos de controle parental e estabelecer regras como não permitir que o adolescente durma com o celular no quarto.

A psicóloga comparou o cuidado digital ao acompanhamento em situações presenciais. “Assim como os pais verificam com quem o filho vai para uma festa ou checam se ele consumiu álcool, devem supervisionar o uso do celular. A diferença é que, no mundo digital, muitos pais se sentem perdidos, porque os jovens dominam a tecnologia muito mais do que eles”.

FÉRIAS ESCOLARES E A IMPORTÂNCIA DA REDE DE APOIO. Com a chegada das férias, o desafio de supervisionar aumenta, já que os jovens passam mais tempo em casa e nas telas. “A escola promove socialização, mas as férias deixam os jovens mais isolados. É preciso buscar alternativas, como atividades criativas, leitura e interação com amigos e familiares. Se não houver supervisão, o tempo nas telas deve ser limitado”, aconselhou.

Débora também sugeriu a criação de redes de apoio entre pais. “Hoje, uma mãe que está trabalhando pode contar com outra que está mais disponível. Essa união pode ajudar a manter os jovens em atividades saudáveis durante as férias”.

BULLYING E CYBERBULLYING: FERIDAS QUE NÃO CICATRIZAM. A psicóloga destacou o impacto do cyberbullying, que amplifica os efeitos do bullying tradicional. “Antes, a violência na escola acabava ao chegar em casa. No mundo virtual, ela não tem fim. Grupos no WhatsApp ou perfis falsos no Instagram são usados para humilhar e excluir colegas, causando danos profundos à autoestima e à saúde mental”.

Ela ressaltou que, muitas vezes, os jovens têm medo de contar aos pais sobre essas situações, por receio de serem culpabilizados. “É por isso que o diálogo é essencial. A solução para os problemas digitais não é apenas digital, é principalmente analógica. Fortalecer a conexão entre pais e filhos é o que realmente pode fazer a diferença”.

COMUNIDADE GPS: CONEXÃO SEGURA. Débora apresentou a iniciativa GPS: Conexão Segura, que busca orientar pais e educadores sobre os desafios do mundo digital. “Nosso objetivo é guiar, proteger e salvar crianças e adolescentes. Não estamos aqui para culpar os pais, mas para oferecer suporte e enfrentar juntos esse desafio”.

A mensagem da especialista é clara. “Estamos lidando com uma geração que enfrenta uma crise sem precedentes. O cuidado com a saúde mental dos jovens é uma responsabilidade compartilhada entre família, escola e sociedade. Informação, supervisão e diálogo são as principais ferramentas para protegê-los”.

 

 

AGORA RN

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RÁDIO FAROL - TOUROS

Saúde

Preta Gil deve continuar na UTI nos próximos dias; ela fez cirurgia para retirada de tumores

23/12/2024

                                             Foto: Reprodução

 

A cantora Preta Gil, 50, permanece internada na UTI do hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, após passar por cirurgia na última quinta-feira (19). Ela se encontra em estado estável, porém sem previsão de alta, segundo boletim médico publicado em suas redes sociais. “Deverá permanecer internada pelos próximos dias, conforme planejado”, informa o boletim.

Em tratamento contra um câncer, ela deu entrada no Sírio-Libanês na noite de quarta-feira (18) e pediu por orações antes do procedimento. “Aqui estou eu, mais uma vez, diante de uma cirurgia muito grande, mas minha fé, minha vontade de viver é maior que tudo. O sentimento agora é de gratidão e muito amor no coração”, disse Preta.

Preta tratou o câncer colorretal no ano passado, mas a doença voltou em agosto deste ano e evoluiu para uma metástase em quatro locais.

 

 O Tempo

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Saúde

Gusttavo Lima é internado às pressas e cancela show no VillaMix

22/12/2024


 

O cantor Gusttavo Lima, de 35 anos, foi internado neste sábado, 21, no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, devido a um quadro de desconforto gastrointestinal. O problema de saúde obrigou o artista a cancelar sua apresentação no festival VillaMix, que também estava programada para o mesmo dia.

De acordo com um comunicado compartilhado nas redes sociais de Gusttavo, ele retornou ao Brasil na manhã deste sábado exclusivamente para realizar o show no evento. Porém, por volta das 14h, começou a sentir dores e precisou ser medicado. No final da tarde, a situação exigiu atendimento hospitalar para exames e tratamento mais detalhado.

O boletim médico emitido pelo hospital e assinado pela Profa. Dra. Ludhmila Hajjar informou que o cantor foi atendido no pronto-socorro com dores abdominais e permanecerá sob observação durante a noite. “O quadro clínico de Gusttavo Lima é estável, e ele está sendo acompanhado de perto por nossa equipe médica”, informou o boletim.

A equipe do sertanejo ainda não deu detalhes sobre sua recuperação, mas fãs enviaram mensagens de apoio nas redes sociais, desejando pronta recuperação ao cantor.

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Saúde

Brasil aumentou em 8% coleta de células-tronco de medula óssea

21/12/2024


 

O Sistema Único de Saúde (SUS) tem registrado aumento do número de coleta de células de medula óssea nos últimos anos. Até novembro de 2024, o total de células-tronco de medula óssea destinadas à doação chegou a 431, número 8% maior do que o registrado em todo o ano anterior (398). Em 2022 foram disponibilizadas 382 células-tronco.

Aumentou também o número de novos doadores, passando de 119 mil em 2022 para 129 mil, entre janeiro e novembro de 2024, segundo o Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome).

“Paralelamente, o número de receptores cadastrados cresceu significativamente, saltando de 1.637 em 2022 para 2.201 em 2023 e chegando a 2.060 até novembro de 2024”, informa o Ministério da Saúde.

Segundo a pasta, o avanço se deve a um esforço conjunto do Ministério da Saúde, de hemocentros e hemonúcleos estaduais, ao promoverem campanhas de conscientização e cadastramento de doadores e receptores.

Além disso, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) tem contribuído com a qualificação dos cadastros, fidelização de doadores e suporte por meio de diversos canais de atendimento. Cabe ao Inca coordenar as ações técnicas do Redome – entidade que tem o terceiro maior registro de doadores voluntários de medula óssea do mundo (o maior entre aqueles com financiamento exclusivamente público), com mais de 5,9 milhões de doadores cadastrados.

 

Aplicativo Redome

“Uma ferramenta importante no processo de cadastro é o aplicativo Redome. Por meio dele, doadores podem acessar informações sobre a doação, localizar hemocentros, realizar o pré-cadastro e acompanhar todas as etapas até a inclusão definitiva no sistema. O app também gera uma carteirinha de doador”, informou o Ministério da Saúde.

As autoridades ressaltam que o transplante de medula óssea é procedimento essencial para o tratamento de doenças graves do sangue e do sistema imunológico, como leucemias, linfomas, aplasia de medula, síndromes de imunodeficiência e mielomas múltiplos.

“Ele substitui a medula óssea doente ou deficitária por uma saudável, sendo fundamental no tratamento de cerca de 80 doenças”, diz o ministério ao alertar que a maior parte dos pacientes, no entanto, não encontra doador compatível na família.

“A probabilidade depende de diversos aspectos genéticos e de etnia, mas essa chance aumenta significativamente quando doador e paciente pertencem à mesma população”, detalha a pasta ao informar que, no Brasil, estima-se que 70% a 75% dos pacientes que têm um doador compatível identificam esse doador por meio do Redome.

 

Como buscar doadores

A primeira etapa da busca por contabilidade de doadores é feita entre familiares do paciente. Não havendo compatibilidade, inicia-se uma busca por meio de registros de doadores no Brasil e no exterior.

“A equipe do Redome utiliza tecnologias avançadas para cruzar informações genéticas e identificar possíveis doadores, que são contactados para confirmação de disponibilidade e realização de exames complementares”, diz o ministério..

 

Como ser um doador

O candidatos a doadores de medula óssea precisam ter entre 18 e 35 anos, mas o cadastro permanece ativo até os 60 anos. É necessário que o doador esteja em boas condições de saúde e sem doenças impeditivas.

O doador precisa apresentar documento oficial com foto e comparecer ao hemocentro mais próximo para a coleta de uma amostra de 10 ml de sangue para exame de compatibilidade genética (HLA).

 

 

AGORA RN

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Saúde

Vai à sanção projeto que equipara diabetes tipo 1 a deficiência

19/12/2024


 

O Plenário aprovou nesta quarta-feira 18 o projeto de lei que equipara o diabetes mellitus tipo 1 a uma deficiência para efeitos legais (PL 2.687/2022). A proposta vai à sanção.

Aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) no último dia 11, o projeto teve origem na Câmara dos Deputados e prevê que valerão para quem tem diabetes tipo 1 as mesmas regras já previstas para pessoas com deficiência, conforme estabelecido pelo Estatuto da Pessoa com Deficiência.

De acordo com esse estatuto, a avaliação para constatar a deficiência é biopsicossocial e deve ser realizada por equipe multiprofissional e interdisciplinar. Considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial que dificulta sua participação na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.

 

Na avaliação, o estatuto determina que sejam verificados:

 

os impedimentos nas funções e nas estruturas do corpo;

os fatores socioambientais, psicológicos e pessoais;

a limitação no desempenho de atividades; e

a restrição de participação.

Caberá ao Poder Executivo criar instrumentos para a avaliação, da mesma forma como já é previsto para as deficiências.

 

No Brasil, entre as pessoas com diabetes, estima-se que de 5% a 10% tenham a do tipo 1. Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), o diabetes tipo 1 “é  tratado com insulina, medicamentos, planejamento alimentar e atividades físicas, para ajudar a controlar o nível de glicose no sangue”.

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) foi o relator do projeto. Ao defender a iniciativa na CAS, ele citou estudo publicado na revista The Lancet, em 2022, segundo o qual um em cada nove brasileiros com diabetes tipo 1 morre por não receber o diagnóstico correto e por não ter acesso ao tratamento com a insulina.

—  O projeto faz justiça a famílias pelo Brasil todo. O Brasil tem aproximadamente 600 mil pessoas que sofrem com a diabetes do tipo 1. Nossa expectativa é que essas pessoas tenham finalmente a atenção do estado — disse Alessandro.

Países como Estados Unidos, Reino Unido, Espanha e Alemanha já classificam o diabetes tipo 1 como deficiência. A Federação Internacional de Diabetes estima que o Brasil ocupe o 6º lugar no mundo entre os países com mais pessoas com diabetes no geral e o 3º lugar quando se trata de diabetes tipo 1.

 

Fonte: Agência Senado

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Saúde

Lula faz novos exames na cabeça nesta quinta-feira antes de retornar a Brasília

19/12/2024


                                         Marcelo Camargo- Agência Brasil

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva planeja chamar seus 39 ministros para uma reunião com almoço nesta quinta-feira no Palácio da Alvorada. O encontro deve ser em um modelo “compacto”, mais curto, com falas do presidente e de ministros do Palácio do Planalto, como o chefe da Casa Civil, Rui Costa.

Mesmo sem os resultados dos novos exames na cabeça que Lula fará hoje no Hospital Sírio-Libanês em São Paulo, auxiliares do presidente já estão avisando aos ministérios que Lula estará de volta a Brasília até o final desta semana e que fará o encontro de sexta-feira.

Depois de fazer uma cirurgia para drenar um sangramento no cérebro e ter alta no último domingo, Lula passa a semana em sua residência no Alto de Pinheiros, São Paulo, onde já recebeu o ministro da Fazenda, Fernando Haddad; da Defesa, José Múcio Monteiro; da Casa Civil, Rui Costa; e de Relações Institucionais, Alexandre Padilha.

Na terça-feira, os ministérios receberam alerta de que o encontro de final de ano poderia ocorrer na Granja do Torto. Porém o Planalto agora trabalha para realizar a reunião em um almoço no Palácio da Alvorada.

A orientação de auxiliares é de que não seja uma reunião longa — em junho de 2023, Lula fez uma reunião de nove horas com seu ministério —, até pela condição de recuperação médica do presidente. Lula vai usar essa agenda para fazer um balanço de 2024 e uma série de cobranças para 2025. Esse deve ser o último encontro do presidente com a atual formação de ministros. Ele deve fazer nas próximas semanas trocas pontuais na sua equipe para a segunda metade do governo.

Também está no radar de Lula fazer mudanças na comunicação do governo. Pesquisa Datafolha divulgada na terça-feira mostrou que a gestão é avaliada de forma positiva por 35% da população, e negativa por 34%.

Ontem, o presidente recebeu a equipe médica que o acompanha. A médica da Presidência, a infectologista Ana Helena Germoglio, e a fonoaudióloga do Sírio Libanês, Monica Bretas, doutora em oncologia, estiveram com Lula pela manhã.

O petista já pode realizar viagens de avião, desde que sejam curtas —como o trecho São Paulo-Brasília, que leva cerca de 1h20m. As viagens internacionais, por enquanto, estão proibidas. A próxima saída do país do presidente, no entanto, é só em março, para o Japão. O presidente disse acreditar que até lá já estará autorizado a viajar para o exterior.

Enquanto se recupera, Lula não pode fazer exercícios físicos. Mas já foi liberado para trabalhar seguindo o protocolo médico. E a orientação é que ele evite estresse, apesar das demandas da sua posição.

O presidente recebeu alta no último domingo, seis dias após a cirurgia de emergência que realizou para conter um sangramento interno na cabeça, ainda em decorrência da queda que sofreu no banheiro de casa em outubro.

Após receber alta, Lula disse ter ficado “assustado” e “preocupado” durante os dias que passou internado. Em depoimento emocionado, o petista afirmou ainda que “nunca pensa que vai morrer, mas tem medo”.

— Eu preciso ficar tranquilo uns 60 dias, mas posso trabalhar normal. Vou passar o Natal e o Ano Novo em casa e vou tentar obedecer de forma muito respeitosa às determinações dos médicos. Estou muito disciplinado. Eu nunca penso que vou morrer, mas tenho medo. Então, eu preciso me cuidar — afirmou o presidente, na ocasião.

 

O Globo

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