Saúde

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Câncer dispara e já é a maior causa de mortes em várias regiões brasileiras

21/10/2024


                                                      Imagem: iStock

 

 O câncer já é a primeira causa de morte em algumas regiões do Brasil, ocupando o lugar das doenças cardiovasculares. Um estudo inédito revela uma transição epidemiológica no país, tendência que já vem sendo observada em nações ricas. O trabalho, conduzido por pesquisadores da Unifesp e outras instituições, como Fundação Getúlio Vargas e Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais, acaba de ser publicado no  The Lancet Regional Health – Americas.

Para chegar ao resultado, os autores analisaram dados de 5.570 municípios brasileiros fornecidos pelo Sistema de Informações de Mortalidade entre os anos de 2000 e 2019. Também foram avaliadas as mortes prematuras, aquelas que ocorrem na faixa dos 30 aos 69 anos, que não são atribuídas ao envelhecimento.

Nesse período, as taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares caíram em 25 dos 27 estados, enquanto as de câncer cresceram em 15.

O número de municípios em que o câncer é a principal causa de morte quase dobrou, passando de 7% para 13%.

E, enquanto a mortalidade por problemas cardiovasculares caiu drasticamente, quase 40%, a de câncer reduziu apenas 10%.

Embora as doenças cardiovasculares ainda liderem as mortes, alguns fatores explicam essa transição. “Os avanços no diagnóstico e no tratamento, bem como as campanhas antitabagismo, por exemplo, tiveram grande impacto na queda da mortalidade cardiovascular. O câncer, por outro lado, engloba mais de cem doenças com diferentes causas e alguns são mais fáceis de prevenir, outros mais limitados”, analisa Leandro Rezende, um dos autores do estudo e coordenador do programa de pós-graduação em Saúde Coletiva da Escola Paulista de Medicina, da Unifesp.

Já as doenças cardiovasculares, segundo Rezende, são mais sensíveis a hábitos e medidas terapêuticas. “O resultado mostra que, quanto maior o acesso a tratamento e prevenção, menor a mortalidade”, observa o pesquisador. Apesar de o câncer e as doenças cardiovasculares compartilharem muitos fatores de risco —como tabagismo, sedentarismo, obesidade e má alimentação—, as particularidades de cada tipo de tumor dificultam a prevenção e o tratamento.

Além disso, enquanto o tratamento das doenças cardiovasculares sempre envolve mudanças no estilo de vida, no câncer o foco acaba sendo erradicar a doença de forma localizada. Assim, é possível reduzir as mortes por infartos e derrames cuidando da pressão alta, do colesterol alto e do diabetes, por exemplo, mas o prognóstico dos tumores acaba prejudicado com diagnósticos tardios e dificuldade de acesso a tratamentos sofisticados.

O cardiologista Eduardo Segalla, do Hospital Israelita Albert Einstein (SP), explica que o acesso ao diagnóstico precoce e a tratamentos especializados faz toda diferença para o prognóstico e a mortalidade dessas que são as duas principais causas de mortes no mundo.

“Do ponto de vista cardiovascular, a conscientização de tratar fatores de risco e o acesso ao sistema de saúde para tratar um infarto agudo, por exemplo, é mais rápido e acessível do que o diagnóstico precoce de um câncer de mama ou de intestino”, diz Segalla.

Segundo o cardiologista, o tratamento após o diagnóstico das doenças cardiovasculares ou até de suas complicações, como arritmias e insuficiências cardíacas, são menos complexos, mais acessíveis e mais baratos do que os tratamentos do câncer, mais caros e com poucos centros especializados para o número crescente de diagnósticos.

Nesse aspecto, o estudo também revela as desigualdades do país: se as mortes por doenças como infarto e AVC caíram de modo geral, aquelas causadas por câncer cresceram principalmente nas regiões mais pobres.

Os achados ainda mostram locais em que há potencial para reduzir a mortalidade cardiovascular, incluindo estados como Amapá, Roraima e Acre, onde há uma tendência de aumento desses óbitos.

Para os autores do novo estudo, é preciso desenvolver políticas específicas para cada região, capazes de melhorar o acesso à saúde nos municípios menores e mais vulneráveis e, é claro, atuar na prevenção primária.

“Isso envolve políticas públicas, incluindo campanhas antitabaco, controle do álcool e o grande desafio da obesidade, que é um fator de risco para vários tumores. Sabe-se que o estilo de vida está associado a cerca de 20 tipos de câncer, e um terço das mortes poderia ser evitado com mudanças nos hábitos de vida”, destaca Rezende.

 

 

 

UOL

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DROGARIA POUPE JÁ

Saúde

Mais Médicos alcança quase 80% dos municípios de até 52 mil pessoas

19/10/2024


 

Nesta sexta-feira (18), quando é celebrado o Dia dos Médicos, o Ministério da Saúde destaca os números alcançados pelo Programa Mais Médicos, reestabelecido em 2023. Os dados da Secretaria de Atenção Primária à Saúde (Saps) indicam que o programa alcança atualmente 80% dos 3,9 mil municípios com população entre 700 e 52 mil habitantes, com estimativa de cobertura populacional de 26,9 milhões de pessoas. O número representa 40,9% da população desses municípios.

 “É uma grande conquista ver o crescimento desse programa essencial para o SUS chegar a todo o país. O Mais Médicos é uma realidade e faz a diferença. Quando assumimos o governo, havia 13 mil profissionais. Até o final da gestão, alcançaremos a meta dos 28 mil”, diz a ministra da Saúde, Nísia Trindade.

Os municípios de maior vulnerabilidade social também tiveram avanços na cobertura do programa: 60% dos médicos estão nessas regiões. Na Amazônia Legal, nove municípios de alta vulnerabilidade passaram a ter médicos: Amapá do Maranhão, no Maranhão; Anori, Nhamunda, Quaticuru e Santa Isabel do Rio Negro, no Amazonas; Calcoene, no Amapá; Lizarda,    e Paranã, no Tocantins; e Santa Luiza do Pará, no Pará.

Também foi registrado crescimento do Mais Médicos na assistência à saúde indígena. Em dezembro de 2022, eram 224. Em setembro deste ano, esse número saltou para 570 profissionais ativos.

Desde o ano passado, os profissionais da área podem fazer especialização e mestrado por meio da Estratégia Nacional de Formação de Especialistas para a Saúde, que integra os programas de formação, provimento e educação pelo trabalho no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

Uma novidade presente no 38º edital do programa foi a oferta de vagas afirmativas, no regime de cotas, para pessoas com deficiência e grupos étnico-raciais, como negros, quilombolas e indígenas.

Na última semana, o Ministério da Saúde promoveu, em parceria com o Ministério da Educação, o 3° Módulo de Acolhimento e Avaliação de 2024 do Programa Mais Médicos. Participaram 364 médicos intercambistas, todos brasileiros formados no exterior. Trinta desses profissionais atuarão na Saúde Indígena, dez no Consultório na Rua e 15 na Saúde Prisional.

 

Agência Brasil. 

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Saúde

Cantor J Neto é internado no Rio de Janeiro após sofrer um infarto

19/10/2024


 

Nesta segunda-feira (14/10), o cantor J. Neto foi hospitalizado após sofrer um infarto. Aos 64 anos, o artista intérprete de grandes sucessos do gospel como O Rei Está Voltando foi levado ao Hospital de Guapimirim, no Rio de Janeiro.

– O J. Neto sofreu um infarto e está internado sob cuidados médicos, sem previsão de alta – confirmou a gravadora.

Ele lançou seu primeiro álbum, Água Viva, em 1985, e desde então gravou mais de 20 álbuns. J. Neto recebeu vários prêmios, incluindo discos de ouro e platina da ABPD, além de vários Troféus Talento, como Cantor do Ano e CD do Ano.

Suas músicas Último Romântico e Uma Chance em Mil fizeram parte das trilhas sonoras de novelas da TV Record.

 

Fonte: Pleno News.

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RÁDIO FAROL - TOUROS

Saúde

Outubro Rosa: Mastologista comenta sobre adoção de hábitos saudáveis e prevenção do câncer de mama

18/10/2024


 

O mês de outubro traz a campanha “Outubro Rosa” para conscientizar e lembrar à população da importância do diagnóstico precoce contra o câncer de mama. Um em cada três casos de câncer pode ser curado quando descoberto no início. E realizar o autoexame e consultas de rotina também fazem parte da prevenção.

O câncer de mama é o tipo mais comum, depois do câncer de pele não melanoma, e o que causa mais mortes em mulheres. Segundo dados do INCA – Instituto Nacional de Câncer, estima-se mais de 73 mil casos novos (2023) e mais de 18 mil mortes (2021).

“A adoção de alguns hábitos saudáveis podem ajudar na prevenção. Já é comprovado cientificamente que a atividade física regular, perda de peso, dieta saudável e a amamentação trazem benefícios ao corpo. Já os fatores de risco, como a obesidade na pós-menopausa e o consumo excessivo de álcool aumentam os riscos para o câncer de mama”, comenta a mastologista e ginecologista, Dra. Ana Beatriz Oliveira Germano (CRM RN 7546 e RQEs 4199 | 4204) .  

O câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação das células anormais da mama, virando um tumor com potencial de se espalhar para os demais órgãos. Mais comum em mulheres do que em homens, sendo, em homens, apenas 1% dos casos. “O nódulo é toda tumoração presente na glândula mamária, podendo ter conteúdo cístico ou sólido, ser palpável ao exame clínico ou não, e ser benigno ou maligno”, explica a mastologista, e acrescenta “Alguns exemplos de nódulos benignos são: cistos mamários, fibroadenoma, tumor filóide e hamartoma. Todos os nódulos com exame clínico e imagem suspeitos devem ser submetidos à biópsia para afastar a possibilidade de malignidade”, alerta a Dra. Ana Beatriz.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Mastologia – SBM, para todas as mulheres com risco habitual, o rastreamento deve ser iniciado aos 40 anos, sendo a mamografia o exame recomendado, com periodicidade anual, se estiver normal. “E, para mulheres com mamas densas, é recomendado considerar a realização da ultrassonografia anual como método complementar”, indica a mastologista.

O tratamento do câncer de mama depende da fase em que a doença se encontra (estadiamento) e do tipo de tumor, das características biológicas e das condições do paciente (idade, doenças preexistentes e menopausa). “As modalidades de tratamento para esse câncer incluem: cirurgia, radioterapia, quimioterapia, hormonioterapia e imunoterapia. Quando a doença é diagnosticada no início, o tratamento tem maior potencial curativo. E, no caso de apresentar metástases, o tratamento é focado em prolongar a sobrevida e melhorar a qualidade de vida do paciente”, explica Dra. Ana Beatriz. 

Realizar autoexame, apalpando ao redor das mamas, é importante para conhecer o corpo e perceber possíveis alterações. Surgimento de caroço endurecido, fixo e indolor é a principal característica da doença, estando presente em mais de 90% dos casos, afirma dados do INCA. Alterações nos mamilos, pequenos nódulos na região embaixo dos braços ou pescoço, saída de líquido pelos mamilos, pele avermelhada ou retraída são sinais fortes e precisam ser investigados. Mulheres acima dos 50 anos, qualquer percepção de nódulo, o ideal é já procurar consulta médica, e, em mulheres mais jovens, ao persistirem os sinais pós-ciclo menstrual, recomenda-se buscar orientação também. 

 

Prevenção e diagnóstico precoce salva vidas.

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DROGARIA POUPE JÁ

Saúde

Investigação sobre infecção de 15 pessoas em mutirão de cirurgias de catarata vai analisar água, centro cirúrgico e esterilização

16/10/2024


 

Uma investigação sobre a infecção que atingiu 15 pacientes de um mutirão de cirurgias de catarata, e causou a remoção de globos oculares de pelo menos oito deles, deverá analisar a água utilizada no hospital, o centro cirúrgico, o processo de esterilização dos equipamentos e outros possíveis fatores de contaminação.

De acordo com a Prefeitura de Parelhas, na região Seridó potiguar, onde as cirurgias aconteceram, as análises na área de saúde foram solicitadas pela Subcoordenadoria de Vigilância Sanitária (Suvisa), que comanda uma apuração sobre o caso. Elas serão realizadas pelo Laboratório Central do Rio Grande do Norte, ligado à Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap).

Ainda de acordo com o município, a Suvisa já realizou vistoria técnica e está sendo atualizada com novas informações necessárias. O órgão estadual informou nesta terça-feira (15) que a apuração segue em curso e os resultados serão comunicados no fim do procedimento.

O mutirão aconteceu nos dias 27 e 28 de setembro na Maternidade Dr. Graciliano Lordão e atendeu, ao todo, 48 pacientes de Parelhas. No entanto, das 20 pessoas operadas no primeiro dia, 15 apresentaram endoftalmite, uma infecção ocular causada pela bactéria Enterobacter cloacae.

O município também instaurou um inquérito para investigar as circunstâncias e responsabilidades no caso. As audiências com técnicos, médicos e a empresa responsável pelos procedimentos foram iniciadas nesta terça-feira (15).

A Prefeitura de Parelhas informou que encaminhou uma notificação formal à empresa Oculare Oftalmologia Avançada, responsável pelas cirurgias oftalmológicas no município, "exigindo esclarecimentos imediatos".

"A Prefeitura reitera que as cirurgias foram realizadas dentro da legalidade, e o Município está arcando com todos os atendimentos e procedimentos médicos necessários aos pacientes, inclusive pagando por consultas particulares em alguns casos, para que todos possam ter o melhor acompanhamento possível", informou o município por meio de nota enviada ao g1.

Além da assistência médica, o município disse que tem mantido suporte psicológico, monitoramento contínuo e cobertura de tratamento e consultas.

Já a empresa Oculare Oftalmologia Avançada afirmou que o mutirão foi conduzido por "oftalmologista experiente, tendo seguido os protocolos médicos e de segurança exigidos".

 

G1 RN

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MARE MOVEIS TOUROS

Saúde

Sinmed-RN: Estado precisa dobrar número de leitos públicos em UTI

15/10/2024


 

Os leitos de UTI no Rio Grande do Norte estão em proporção inferior ao que é dimensionado pelo Ministério da Saúde. É o que aponta o presidente do Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Norte (Sinmed-RN), Geraldo Ferreira, que avalia que são necessários mais leitos no Estado para suprir a demanda constante de pacientes.

“Há uma proporção de 2,2 leitos leitos de UTI para 10 mil habitantes no serviço público e no RN essa média fica em torno de 1,5. Ou seja: há um déficit de leitos ainda visível. Se compararmos com o setor privado, que tem uma média de 4,5 leitos para 10 mil habitantes, essa diferença é ainda mais gritante. É necessário ao Estado uma complementação de vagas, tanto que o Estado mantém contratos com alguns hospitais privados para fornecimento de leitos, como o Rio Grande, Memorial e Hospital do Coração”, avalia Geraldo Ferreira, presidente do Sinmed-RN.

“Tomando com base a média nacional já há um déficit considerável em torno de 80 a 100 leitos e se formos tomar a média do setor privado precisaríamos praticamente dobrar o número de leitos de UTI no RN”, acrescentou Geraldo Ferreira.

 

Tribuna do Norte

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MARE MOVEIS TOUROS

Saúde

Número de leitos de UTI adulto no RN aumenta 114% em cinco anos

14/10/2024


 

Desde 2019, o Governo do Estado vem ampliando os investimentos na área da saúde no Rio Grande do Norte. Entre as principais áreas, está a assistência em leitos de unidades de terapia intensiva (UTI) na rede pública estadual. Apenas nos leitos para os pacientes adultos, o número cresceu em 114%.

A expansão coordenada pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) elevou de 98 para 210 o número de leitos de UTI adulto disponíveis para a população.

Nestes cinco anos, a Sesap comandou um processo de expansão regionalizado. Entre os principais exemplos estão os novos leitos de UTI em Mossoró, no Hospital Regional Tarcísio de Vasconcelos Maia, e em Assu, no Dr. Nelson Inácio dos Santos, que pela primeira vez desde sua fundação, em 1999, passou a contar com leitos críticos para atender à população do Vale do Açu.

Além das UTIs para os adultos, o Governo também ampliou a oferta de terapia intensiva para os públicos neonatal e pediátrico. No caso do Hospital Maria Alice Fernandes, a gestão reabriu a UTI pediátrica, que estava fechada havia seis anos, e implantou leitos neonatais. Já no Hospital Dr. José Pedro Bezerra (Santa Catarina), na Zona Norte de Natal, foram instalados novos leitos de cuidados intermediários. Novos leitos do mesmo tipo também estão previstos para serem instalados pelo Governo no Maria Alice Fernandes em 2025.

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MARE MOVEIS TOUROS

Saúde

Hospital Infantil Varela Santiago celebra 107 anos com missa em ação de graças

12/10/2024



 

O Hospital Infantil Varela Santiago celebrou, nesta sexta-feira (11), seus 107 anos de dedicação à saúde infantil com uma missa em ação de graças, realizada no hall do ambulatório da instituição.

Ao longo de mais de um século, o Varela Santiago tem sido um farol de esperança para milhares de crianças e adolescentes do Rio Grande do Norte. A instituição atende crianças de 0 a 14 anos, realizando cerca de 15 mil procedimentos por mês, todos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Com 110 leitos para internamento e a Casa de Apoio Nazinha Lamartine, que oferece suporte aos acompanhantes, o hospital é pioneiro no tratamento do Câncer Infantil e referência em Neurocirurgia Pediátrica no Estado.

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ATELIÊ DO AÇAÍ

Saúde

Bebês siameses continuam internados na Maternidade Januário Cicco

09/10/2024


 

Os três bebês que nasceram nesta terça-feira, 08 de outubro, na Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC) estão internados na UTI Neonatal da unidade. Dois deles nasceram ligadas pelo peito. Uma equipe médica multidisciplinar está acompanhando a família neste momento.

Os bebês nasceram de 37 semanas em uma cesárea. A maternidade não divulgou se os gêmeos siameses se interligam em outras partes do corpo. A mãe das crianças também continua internada no local e não quis se pronunciar sobre o assunto.

O nascimento de siameses é raro no Brasil. Nos últimos 11 anos foram constatados 500 casos no país. Aqui no Rio Grande do Norte um caso foi registrado em 2012 quando duas irmãs nasceram interligadas pela região glútea.

 

Portal da Tropical

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101 FM

Saúde

Brasil elimina elefantíase como problema de saúde pública

01/10/2024


 

A filariose linfática, popularmente conhecida como elefantíase, foi eliminada do território brasileiro como problema de saúde pública. Considerada uma das maiores causas globais de incapacidade permanente ou de longo prazo, a doença permanecia endêmica apenas na região metropolitana do Recife, incluindo Olinda, Jaboatão dos Guararapes e Paulista. O último caso confirmado, segundo o Ministério da Saúde, foi registrado em 2017.

Causada pelo verme nematoide Wuchereria Bancrofti, a filariose linfática é transmitida pela picada do mosquito Culex quiquefasciatus, também conhecido no Brasil como pernilongo ou muriçoca, infectado com larvas do parasita. Entre as manifestações clínicas mais importantes estão edemas ou acúmulo anormal de líquido nos membros, nos seios e na bolsa escrotal, que podem levar o paciente à incapacidade.

Em nota, a Organização Mundial da Saúde (OMS) parabenizou o país pela eliminação da filariose linfática como problema de saúde pública. “Eliminar uma doença é uma conquista importante e que exige um compromisso inabalável”, avaliou o diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus. 

“Parabenizo o Brasil por seus esforços para libertar sua população do flagelo de uma doença dolorosa, desfigurante, incapacitante e estigmatizante. Este é mais um exemplo do incrível progresso que estamos fazendo contra as doenças tropicais negligenciadas, além de dar esperança a diversas outras nações que ainda lutam contra a filariose linfática para que também possam eliminar a doença”, completou Tedros.

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LOJAS MG

Saúde

Trabalhadores da Saúde do Estado aprovam paralisação de 24h no dia 25 de setembro

20/09/2024


 

Os trabalhadores e trabalhadoras da saúde do estado, ativos e aposentados (as), estiveram reunidos Assembleia Geral, na quarta-feira (11).

Na ocasião foi aprovada uma paralisação geral de 24h no dia 25 de setembro, com concentração no SVO e seguindo para o Walfredo Gurgel, pelo pagamento do piso da enfermagem, pela situação precária do SVO e implantação e incorporação das insalubridades para todos os servidores.

A categoria luta, especialmente, pelo pagamento do piso da enfermagem, pela situação precária do SVO e implantação e incorporação das insalubridades para todos os servidores.

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ATELIÊ DO AÇAÍ

Saúde

Ex-policial João Grandão é transferido sob forte esquema de segurança

20/09/2024


 

O ex-policial militar João Maria da Costa Peixoto, mais conhecido como João Grandão, foi transferido pela Polícia Penal, na noite desta quinta-feira (19), do hospital Walfredo Gurgel, onde estava internado após ser baleado e apontado como principal suspeito de fazer escolta de um caminhão carregado de cigarros ilegais.

A transferência ocorreu por volta das 22h15 sob forte aparato de segurança das viaturas da Polícia Penal do Estado e uma unidade de suporte avançado do SAMU. Os policiais fecharam o cruzamento da Avenida Hermes da Fonseca com a Alexandrino de Alencar para o comboio passar.

O local para onde foi levado João Grandão não foi revelado. Nem a família do preso sabe. O ex-PM estava internado no Hospital Walfredo Gurgel desde o começo da manhã da última quarta-feira (18), quando deu entrada baleado e foi imediatamente preso, suspeito de envolvimento em um tiroteio que deixou um agente da Receita Federal e um policial civil feridos, naquela manhã em Monte Alegre.

 

Ponta Negra News

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DROGARIA POUPE JÁ

Saúde

Justiça bloqueia R$ 2,1 milhões do Estado para cirurgias urológicas

17/09/2024


 

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) e a Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Norte (DPE-RN) obtiveram uma decisão judicial que estabelece medidas urgentes para garantir a realização de cirurgias urológicas essenciais para 48 pacientes que estão em risco iminente de perda do rim.

Uma consequência direta da determinação da 4ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Natal foi o bloqueio de R$ 2.146.607,52 na conta única do Estado do Rio Grande do Norte.

O valor deve ser destinado à realização das cirurgias necessárias, conforme as listas de pacientes que foram apresentadas na ação civil pública movida pelo MPRN e DPE/RN.

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MARE MOVEIS TOUROS

Saúde

Campanha de Pablo Marçal diz que candidato está com ‘suspeita de fraturas’ no tórax

16/09/2024


 

O candidato à Prefeitura de São Paulo Pablo Marçal (PRTB) está com “suspeita de fraturas na região torácica e muita dificuldade para respirar”, de acordo com nota enviada divulgado pela campanha do influenciador no fim da noite do domingo, 15. Marçal deu entrada no Hospital Sírio-Libanês após ser agredido com uma cadeira por José Luiz Datena (PSDB) durante o debate promovido pela TV Cultura. “Esperamos que as medidas judiciais cabíveis sejam tomadas e contamos com as orações do povo”, diz o comunicado da campanha do candidato do PRTB.

Pouco antes da agressão, Datena desabafou sobre uma pergunta de Marçal, feita no primeiro bloco do debate. O influenciador relembrou uma denúncia de assédio sexual contra o apresentador feita por uma ex-repórter do Brasil Urgente, em 2019. “A acusação que você fez sobre mim eu repito: não foi investigada porque não havia provas, foi arquivada pelo Ministério Público, chegou a provocar a morte da minha sogra por calúnia e difamação depois de três AVCs”, afirmou o tucano. “O que você fez comigo hoje foi terrível, espero que Deus lhe perdoe”, afirmou o apresentador.

Em seguida, Marçal chamou o adversário de “arregão” e perguntou quando ele iria desistir do pleito. Datena “não é homem nem para isso”, afirmou o influenciador.

 

Estadão Conteúdo

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ATELIÊ DO AÇAÍ

Saúde

Pesquisa mostra falta de vacinas em mais de 1,5 mil municípios

16/09/2024


 

Mais de 1,5 mil municípios relatam falta de vacinas, de acordo com pesquisa divulgada nesta sexta-feira 13 pela Confederação Nacional de Municípios (CNM). O levantamento mostra que, nessas localidades, faltam vacinas principalmente para as crianças. Entre os principais que estão em falta estão os imunizantes contra varicela, covid-19 e meningocócica C.

O levantamento foi realizado entre os dias 2 e 11 de setembro e contou com a participação de 2.415 municípios. Desses, 1.563 – o equivalente a 64,7% dos que participaram da pesquisa e cerca de 28% do total de municípios no Brasil – enfrentavam falta de imunizantes há pelo menos 30 dias.

A vacina contra varicela é a que está mais em falta segundo o levantamento. Ela protege crianças de 4 anos da catapora – nessa idade é aplicado o reforço. O imunizante falta em 1.210 municípios respondentes, com uma média de desabastecimento superior a 90 dias.

A falta de vacina contra a covid-19 para crianças afeta 770 municípios que estão, em média, 30 dias sem o imunizante. Já a vacina Meningocócica C, que protege contra infecções graves e fatais, como a meningite, está indisponível em 546 municípios, em média, há cerca de 90 dias.

Também foram apontadas como em falta nos municípios: a Tetraviral, que combate o sarampo, a caxumba e a rubéola, em 447 municípios; a Hepatite A, em 307 municípios; e a DTP, que combate a difteria, tétano e coqueluche, em 288 municípios.

“Sabemos que vacinas são compradas e são de responsabilidade do governo federal, aos estados cabe comprar as agulhas para que se possa fazer a aplicação das vacinas. Isso chega aos municípios e eles aplicam as vacinas”, ressalta o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski.

“Por isso estamos instando o Ministério da Saúde para que providencie imediatamente a compra das vacinas necessárias e os estados para que também possam fazer a sua contribuição para que haja a complementação da vacinação em todo o Brasil. É muito importante porque nos últimos 30 dias tem faltado vacina no Brasil”, diz.

 

Localização

De acordo com a pesquisa, o estado com maior falta de imunizantes é Santa Catarina, 128 prefeituras relataram esse problema, o que corresponde a 83,7% dos municípios da unidade federativa. Em seguida, estão Pernambuco, com 58 (80,6%); e Paraná, com 155 (78,7%).

Considerando as regiões do país, o Sudeste aparece em primeiro lugar com 595 municípios enfrentando falta de imunizantes, o que corresponde a 68,5% dos municípios na região; o Sul, com 395 (65,1%); o Nordeste, com 370 (65,1%); o Centro-Oeste, 136 (63%); e o Norte, com 67 (42,9%).

 

Ministério da Saúde

Em nota, o Ministério da Saúde diz que mantém “envios regulares de vacinas aos estados, que são responsáveis por abastecer os municípios”.

A pasta afirma ainda que não há falta generalizada de vacinas no Brasil. “O levantamento da CNM traz questões pontuais para as quais o Ministério da Saúde adota estratégias para manter a vacinação em dia e a proteção da população. Essas ações são realizadas em diálogo constante com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems)”, diz a nota.

Segundo o ministério, foram distribuídas 65,9 milhões de doses das dez principais vacinas citadas pelo levantamento, incluindo a de covid-19, com 22,9 milhões de doses aplicadas até o momento.

Sobre a vacina contra Varicela, no fim de 2023, de acordo com a pasta, foram compradas 2,7 milhões de doses via Fundo Rotatório da Organização Pan-Americana da Saúde da Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), com 150 mil previstas para serem entregues até setembro. A aquisição regular para 2024 está em andamento.

Para covid-19, segundo o ministério, a entrega semanal segue a capacidade de armazenamento da rede de frio estadual, uma vez que essa vacina exige armazenamento em baixíssima temperatura. O Ministério da Saúde diz ainda que está finalizando o pregão para a compra da vacina mais atualizada XBB.

Em relação à oferta da vacina contra Meningo C, nas regiões que registrarem falta, a orientação do ministério é para substituição pela Meningo ACWY, de mesma eficácia, mantendo a população protegida.

 

AGORA RN

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Saúde

Brasil Tem 254 mil casos de Chikungunya; Doença matou 161 este ano

30/08/2024


 

Com 254.095 casos prováveis no Brasil ao longo de 2024, além de 161 mortes confirmadas e 155 em investigação, a chikungunya começa a adquirir, paulatinamente, expressão e importância nacional. A avaliação foi feita pelo secretário adjunto de Vigilância em Saúde, Rivaldo Venâncio, ao comentar o atual cenário de arboviroses no país.

“Felizmente, estamos observando várias semanas – praticamente dez semanas seguidas –, a exemplo da dengue, redução no número de casos”, disse, ao participar de reunião da Comissão Intergestores Tripartite, em Brasília. O coeficiente de incidência da chikungunya no Brasil, neste momento, é de 125,1 casos para cada grupo de 100 mil habitantes.

A maioria das infecções foi registrada entre mulheres (60%). Em relação à raça, pessoas pardas respondem por 66,7% dos casos, seguidas por brancos (24,4%), pretos (7%), amarelos (1,5%) e indígenas (0,2%). As faixas etárias mais afetadas pela doença incluem os grupos de 20 a 29 anos; de 40 a 49 anos; de 30 a 39 anos; e de 50 a 59 anos, respectivamente.

Dados da pasta mostram ainda que o estado de Minas Gerais concentra a maior parte dos casos de chinkungunya (159.844). Em seguida estão Mato Grosso (19.018), Bahia (15.508), Espírito Santo (13.058) e São Paulo (10.667). Já as unidades federativas com menos infecções pela doença são Roraima (36), Amazonas (102), Rondônia (224), Acre (264) e Amapá (322).

O vírus da chikungunya é transmitido pelo mosquito Aedes aedypti, que também é vetor da dengue, da zika e da febre amarela. 

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101 FM

Saúde

Em uma semana, Brasil teve mais casos de dengue do que acumulado de 21 países das Américas

19/08/2024


 

O Brasil registrou entre os dias 21 e 27 de julho deste ano mais casos prováveis de dengue do que o acumulado de 21 países das Américas, segundo dados da Opas (Organização Pan-Americana de Saúde). Naquela semana, foram 29.423 novos registros de infecções pela doença no país.

Os casos registrados no Brasil superaram os dos seguintes países somados, que juntos tiveram 27.171 novas ocorrências:

 

Honduras: 8.450

Colômbia: 7.369

Guatemala: 4.733

Nicarágua: 1.941

Panamá: 1.571

Costa Rica: 977

Peru: 745

Paraguai: 454

El Salvador: 270

Bolívia: 194

Trinidad e Tobago: 102

Guiana Francesa: 94

Guiana: 68

Guadalupe: 50

Estados Unidos: 50

República Dominicana: 41

Granada: 24

Martinica: 24

Ilhas Virgens: 10

Barbados: 2

São Bartolomeu: 2

Os números do Brasil também foram superiores à soma de Argentina (15.252) e México (12.121), que completam o top 3 de mais casos prováveis entre 21 e 27 de julho.

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Saúde

RN registra dois casos de Mpox entre janeiro e agosto de 2024, diz Sesap

17/08/2024


 

O Rio Grande do Norte registrou dois casos de Mpox - doença anteriormente conhecida como Varíola dos Macacos - entre janeiro e agosto de 2024, até esta sexta-feira (16), segundo a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap). Os dois pacientes receberam atendimento em Natal: um em fevereiro no Hospital Giselda Trigueiro, e o outro em maio, em um hospital da rede privada.

Os casos não são da nova variante da doença que levou a Organização Mundial de Saúde (OMS) voltar a anunciar, nesta semana, a Mpox como uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional. O Brasil não registra nenhum caso dessa nova variante.

O novo alerta da OMS aconteceu por conta de um surto no continente africano. Segundo a OMS, fora da África, até o momento, "o surto continua com um baixo nível de transmissão". Antes disso, a doença teve um surto mundial em 2022, o que havia feito a OMS emitir um outro alerta.

De 2022, quando a doença chegou ao Brasil, até agosto de 2024, o RN teve 154 casos confirmados de Mpox e nenhuma morte. Nesse período, o estado tem registrado queda nos números de caso a cada ano. Veja abaixo:

 

2022 - 142 casos

2023 - 10 casos

2024 - 2 casos (até o mês de agosto)

 

Em 2023, o estado recebeu doses de vacina contra a Mpox para grupos específicos. Todas as doses foram usadas, e a Sesap informou que entrou em contato com o Ministério da Saúde para receber uma nova carga.

"Eles estão avaliando, e os estados que já administraram todas as doses serão prioritários pra receberem mais", explicou Diana Rêgo.

O médico infectologista e diretor do Hospital Giselda Trigueiro, André Prudente, explicou que a doença tem dois Clados, que seriam espécies de variantes do vírus.

"A epidemia que ocorreu em 2022 até o início de 2023 foi provocado por um tipo. Agora, está circulando em países onde não circulavam outro tipo do vírus, o outro Clado. Esse Clado é mais transmissível", explicou.

Segundo o infectologista, o Clado que tem circulado pode provocar casos um pouco mais graves, o que gerou a preocupação da OMS.

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Saúde

Sesap Investiga 7 Casos Suspeitos de Febre Oropouche em Natal

16/08/2024


 

A Secretaria de Saúde Pública (Sesap) do Rio Grande do Norte anunciou nesta quinta-feira (15) que está investigando sete casos suspeitos da febre Oropouche em Natal. O RN é o único estado do Nordeste que ainda não registrou casos confirmados da doença. Os resultados dos exames estão previstos para a próxima semana.

 

Contexto e Preocupações Regionais

 

Enquanto isso, o Ceará também está investigando um óbito fetal que pode estar relacionado à febre Oropouche, conforme informado pela Secretaria de Saúde do estado na segunda-feira (12). A febre Oropouche é transmitida pelo inseto maruim ou mosquito-pólvora (Culicoides paraensis), e medidas preventivas, como manter quintais limpos e evitar o acúmulo de lixo orgânico, são recomendadas.

 

Sintomas da Febre Oropouche

 

A doença apresenta sintomas como febre, dor de cabeça, dores musculares e atrás dos olhos. A Sesap está monitorando a situação de perto e orienta a população a tomar precauções, especialmente em áreas com alta presença de insetos.

 

Blog do Dina.

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Saúde

Mpox: com alta de casos, OMS volta a declarar emergência internacional

15/08/2024


 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta quarta-feira, 14, o retorno da Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (PHEIC, na sigla em inglês) para a mpox, zoonose viral que ficou conhecida como varíola dos macacos e monkeypox. O mais alto status dado pela entidade para uma doença em circulação no mundo voltou a operar por causa do aumento de casos da infecção que tem sido rapidamente disseminada na República Democrática do Congo e outros quatro países africanos após o surgimento de uma nova variante.

A emergência global pela doença, que causa erupções na pele e pode matar, foi declarada pela primeira vez em 2022 e encerrada em maio do ano passado, quando o surto foi contido e o vírus demonstrou que não estava levando a mudanças nos sintomas nem na gravidade dos casos.

A sugestão de encerrar a emergência foi apresentada pelo Comitê de Emergência do Regulamento Sanitário Internacional (RSI) ao diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, durante uma reunião onde dados sobre a doença e informações sobre a nova cepa foram apresentados.

 

VEJA

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