Veja dicas que ajudam a prevenir problemas de memória e sinais de demência na velhice
24/08/2022

Dedicar-se a um bom caça-palavras é uma das dicas mais populares quando o assunto é exercitar a memória e garantir um bom desempenho cognitivo na velhice. Mas será essa a única forma de preservar as nossas lembranças – e o nosso cérebro – ao longo da vida? Especialistas ouvidos pelo R7 explicam que não é simples assim.
Há uma série de fatores associados ao funcionamento da memória, e a velha máxima “você é o que você come” também pode ser aplicada nesse caso, assim como há questões relacionadas à genética e a doenças de base.
É inevitável que a memória passe por alterações ao longo da vida e que, a partir de certa idade, as informações não sejam mais processadas com a mesma rapidez e facilidade.
No entanto, é possível chegar à velhice sem sinais de demência ou perdas cognitivas importantes, explica o neurocirurgião Marcelo Valadares, do corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, e pesquisador da disciplina de neurocirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
Para isso, o caminho é conhecido: manter uma alimentação saudável, praticar atividade física regularmente, evitar o consumo de bebidas alcoólicas e o tabagismo.
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