Demência: confira sinais precoces que não devem ser ignorados
08/09/2022

O diagnóstico de doenças degenerativas, como o Alzheimer, tem se tornado cada vez mais frequente à medida que a população envelhece. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), condições assim afetam cerca de 55 milhões de pessoas no mundo.
A demência é caracterizada por alterações nas funções cognitivas, como a capacidade de memória e de pensamento, que atrapalham a realização de tarefas cotidianas. “Consideramos um quadro como demência quando as dificuldades cognitivas retiram a autonomia do indivíduo”, explica a neurologista Jacy Parmera, que atende no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo.
De acordo com ela, a demência relacionada à perda de memória é a mais comum e conhecida. Há outros problemas neurológicos que podem surgir com o envelhecimento como, por exemplo, a perda da capacidade de se comunicar, como ocorreu com o ator Bruce Willis.
Estímulos cerebrais, como praticar exercícios, ter uma vida social ativa e aprender novos hobbies, podem diminuir o risco de doenças degenerativas e, até mesmo, retardar o avanço delas. Como não existe cura para a demência, conhecer os primeiros sinais dela é importante para tomar medidas que ajudem a desacelerar a evolução dos sintomas.
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